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Para quem gosta de ver e ouvir ao vivo – Blog & Podcast

Veja o que rolou na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Por Renata Quirino

Rolou na última quinta-feira a primeira edição do Sub Pop Festival (sim, aquela gravadora de Seattle culpada – no melhor sentido da palavra – por lançar Nirvana, Soundgarden entre outros lá no começo dos anos 90). O evento trouxe Obits, METZ e Mudhoney na recém aberta Audio Club, na zona oeste de São Paulo. Entre os dias 14 e 16 de maio o festival passou por São Paulo e Goiânia e antes de desembarcar no país passou também por algumas cidades da América do Sul.

Antes de falar sobre as apresentações, devo destacar a casa de shows que foi inaugurada em janeiro desse ano. O som da casa é muito bom, o lugar é espaçoso e, principalmente, é um local de fácil acesso, a alguns metros do metrô Barra Funda.

Ao chegar na Audio, em torno das 21h, conversei com alguns amigos que já estavam lá há algum tempo e eles me relataram que os ‘produtores’ (esse foi o termo que eles usaram) estavam colocando várias pessoas de graça no festival para poder encher a casa e lucrar pelo menos com a venda de bebidas. Uma pena.

Realmente quando entrei na Audio Club haviam pouquíssimas pessoas e lá fora o movimento ainda não era dos maiores. Talvez a baixa procura por ingressos seja porque era… quinta feira. QUINTA FEIRA. Sério mesmo? Fazer um festival numa quinta feira com previsão de acabar à 1h da manhã (e que na verdade encerrou às 2h)? Isso pode explicar muita coisa.

A primeira banda a subir ao palco foi o Obits. Som bacana, mas show com apenas alguns bons momentos do meio para o final. O público recebeu bem, mas dispersava em boa parte do tempo, conversando e tirando fotos e fotos e mais fotos para postar nas redes sociais que tava curtindo muito o Sub Pop Festival (!). Bom, para resumir, posso dizer que enquanto eu via os caras só sentia vontade de ir buscar mais uma cerveja no bar e aguardar as próximas bandas. Quer ouvir o som do Obits? Então clica aqui e veja a performance dos caras na KEXP.

 

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Em seguida, o Metz sobe ao palco. O Metz. Ah, o Metz. Grata surpresa! Que show! Já tinha lido algumas resenhas e recomendações sobre a banda por aí mas preferi não criar expectativas. Som sujo, pesado, do jeito que deve ser. Sem tempo para descansar, público ensandecido. Um esquenta perfeito para a atração principal da noite, o Mudhoney. Inclusive a foto que abre esse post foi tirada durante o show dos caras e, acredite, esse foi o clima o show inteiro. Não conhece o som dos caras? Então clica aqui e arrependa-se pelo resto da vida por nunca ter ouvido Metz antes. Não precisa agradecer.

 

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

 

Enfim, Mudhoney. Assim como grande parte do público, essa não foi a primeira vez que vi o show dos caras (não sei ao certo, mas essa deve ser a terceira ou quarta passagem deles pelo Brasil). Por isso mesmo devo confessar que já vi shows melhores do Mudhoney. A banda não parecia estar tão animada como nas outras vindas ao país e especialmente Mark Arm, a princípio, não parecia mais aquele vocalista insano de outrora. O show começou morno e só a partir do clássico “Touch me I’m Sick” o público começou a se comportar da maneira esperada: dançando loucamente, muitos moshs (com direito a petinhos de fora de uma fã digamos… mais eufórica – desculpem meninos, não tenho imagens desse momento). Ah sim, finalmente aquilo era um show do Mudhoney. Se você não estava nesse planeta durante todos esses anos e ainda não conhece Mudhoney clica aqui e veja essa apresentação também lá no KEXP. Apesar do aparente cansaço da banda no começo do show, a minha opinião continua a mesma: sempre valerá a pena ver um show do Mudhoney.

 

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

 

No final, Mark Arm disse que estava muito feliz por tocar em São Paulo mais uma vez e espera que o Sub Pop Festival aconteça novamente ano que vem. Que não seja numa quinta, Mark.

Saiba o que rolou na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Por Renata Quirino

Rolou na última quinta-feira a primeira edição do Sub Pop Festival (sim, aquela gravadora de Seattle culpada – no melhor sentido da palavra – por lançar Nirvana, Soundgarden entre outros lá no começo dos anos 90). O evento trouxe Obits, METZ e Mudhoney na recém aberta Audio Club, na zona oeste de São Paulo. Entre os dias 14 e 16 de maio o festival passou por São Paulo e Goiânia e antes de desembarcar no país passou também por algumas cidades da América do Sul.

Antes de falar sobre as apresentações, devo destacar a casa de shows que foi inaugurada em janeiro desse ano. O som da casa é muito bom, o lugar é espaçoso e, principalmente, é um local de fácil acesso, a alguns metros do metrô Barra Funda.

Ao chegar na Audio, em torno das 21h, conversei com alguns amigos que já estavam lá há algum tempo e eles me relataram que os ‘produtores’ (esse foi o termo que eles usaram) estavam colocando várias pessoas de graça no festival para poder encher a casa e lucrar pelo menos com a venda de bebidas. Uma pena.

Realmente quando entrei na Audio Club haviam pouquíssimas pessoas e lá fora o movimento ainda não era dos maiores. Talvez a baixa procura por ingressos seja porque era… quinta feira. QUINTA FEIRA. Sério mesmo? Fazer um festival numa quinta feira com previsão de acabar à 1h da manhã (e que na verdade encerrou às 2h)? Isso pode explicar muita coisa.

A primeira banda a subir ao palco foi o Obits. Som bacana, mas show com apenas alguns bons momentos do meio para o final. O público recebeu bem, mas dispersava em boa parte do tempo, conversando e tirando fotos e fotos e mais fotos para postar nas redes sociais que tava curtindo muito o Sub Pop Festival (!). Bom, para resumir, posso dizer que enquanto eu via os caras só sentia vontade de ir buscar mais uma cerveja no bar e aguardar as próximas bandas. Quer ouvir o som do Obits? Então clica aqui e veja a performance dos caras na KEXP.

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Em seguida, o Metz sobe ao palco. O Metz. Ah, o Metz. Grata surpresa! Que show! Já tinha lido algumas resenhas e recomendações sobre a banda por aí mas preferi não criar expectativas. Som sujo, pesado, do jeito que deve ser. Sem tempo para descansar, público ensandecido. Um esquenta perfeito para a atração principal da noite, o Mudhoney. Inclusive a foto que abre esse post foi tirada durante o show dos caras e, acredite, esse foi o clima o show inteiro. Não conhece o som dos caras? Então clica aqui e arrependa-se pelo resto da vida por nunca ter ouvido Metz antes. Não precisa agradecer.

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Enfim, Mudhoney. Assim como grande parte do público, essa não foi a primeira vez que vi o show dos caras (não sei ao certo, mas essa deve ser a terceira ou quarta passagem deles pelo Brasil). Por isso mesmo devo confessar que já vi shows melhores do Mudhoney. A banda não parecia estar tão animada como nas outras vindas ao país e especialmente Mark Arm, a princípio, não parecia mais aquele vocalista insano de outrora. O show começou morno e só a partir do clássico “Touch me I’m Sick” o público começou a se comportar da maneira esperada: dançando loucamente, muitos moshs (com direito a petinhos de fora de uma fã digamos… mais eufórica – desculpem meninos, não tenho imagens desse momento). Ah sim, finalmente aquilo era um show do Mudhoney. Se você não estava nesse planeta durante todos esses anos e ainda não conhece Mudhoney clica aqui e veja essa apresentação também lá no KEXP. Apesar do aparente cansaço da banda no começo do show, a minha opinião continua a mesma: sempre valerá a pena ver um show do Mudhoney.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

No final, Mark Arm disse que estava muito feliz por tocar em São Paulo mais uma vez e espera que o Sub Pop Festival aconteça novamente ano que vem. Que não seja numa quinta, Mark.

Som 2012 dos Rolling Stones – ‘Doom and Gloom’ ouça agora

Primeira inédita dos heróis e sobreviventes do rock desde 2005, Doom and Gloom é um grande som, com incrível pegada e riffs de guitarra clássicos, que pode estar com orgulho no setlist da banda, junto aos seus mega clássicos, confira !!

As novas faixas ” Gloom and Doom” (já disponivel para download no Itunes) e ” One Last Shot”, foram finalizadas pelos Stones em Paris em julho/12, e agora é aguardar pelas apresentações de fim de ano, que devem rolar em Londres e Nova York.

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John Lennon – O Setentão

Nesse mundo chato e careta, onde ter opinião pode significar uma tremenda dor de cabeça, faltam pessoas como John Lennon….que hoje, 9 de outubro, completaria 72 anos. Bom..mas pelo menos ainda podemos nos inspirar em suas idéias.

Pensei, como estaria o John aos 72 anos….algumas idéias:

Curtindo um sol de galochas?

Tipo Lord, tomando chá com a Rainha?

Estilo antenado !!

O Cinquentão 007 – Trilhas sonoras

O agente James Bond completa 50 anos! Muitos atores já encararam o papel do espião mais famoso do mundo. Sean Connery foi o primeiro e certamente o mais lembrado até hoje. Mas quem veste o terno do bonitão no mais recente filme da saga é Daniel Craig, em seu terceiro longa na pele do herói. Além dos grandes nomes no papel principal a saga é marcada pelas lindas Bond Girls ao lado do espião e por sua trilha sonora que possui grandes nomes como Nacy Sinatra, Tom Jones, A-Ha, Duran Duran, Niel Armstrong, Tina Turner, Garbage, Chris Cornell e por ai vai.  Na semana passada saiu a música tema do novo filme do James Bond, “007 – Operação Skyfall”, o 23º filme da saga. A cantora escolhida foi  Adele, seu primeiro single depois do elogiado álbum “21”.

O Omelete fez um post com todas as músicas tema dos filmes. Eu na verdade nunca fui fã do James Bond, mas escolhi as que eu mais gosto. Pra ouvir todas as músicas no Omelete clica aqui.

James Bond Theme – Monty Norman. 007 – Contra o Satânico Dr.

Goldfinger – Shirley Bassey. 007 – Contra Goldfinger

You Only Live Twice – Nancy Sinatra. 007 – Só Se Vive Duas Vezes

Live And Let Die – Paul Mccartney & Wings. 007 – Viva e Deixe Morrer. 

The World Is Not Enough – Garbage. 007 – O Mundo Não É O Bastante

Die Anothe Day – Madonna. 007 – Um Novo Dia Para Morrer.

Another Way To Die – Jack White & Alicia Keys. 007 – Quantum of Solace.

Essas são as minhas favoritas. Foi difícil escolher porque no quesito musicas tema os filmes nunca erram. Por último e deixo a música da Adele. O filme “007 Operação Skyfall” estréia dia 26 de outubro nos cinemas.

Skyfall – Adele. 007 – Operação Skyfall.

A série de filmes do James Bond e baseada na obra do escritor britânico Ian Flaming. Suas histórias são cheias de ação e sensualidade ,o primeiro livro publicado foi em 1953,”Cassino Royale”, o autor ainda publicou mais 13 volumes, todos roteirizados  Flaming morreu em 1964 e desde então outros autores vem dando continuidade a série que não perde a relevância por sempre se renovar ao mesmo tempo em que também não perde a sua essência.

O Rapaduracast fez um especial sobre os 50 anos do Agente 007, se você gosta do espião eu recomento ouvir o podcast. Clica aqui pra chegar lá.

Por Katy Illy

Os 10 melhores sons de James Bond, o agente 007

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Os 10 melhores sons do 007

Goldfinger – Shirley Bassey

Live and Let Die – Paul McCartney & Wings

You Only Live Twice – Nancy Sinatra

The World Is Not Enough – Garbage

For Your Eyes Only – Sheena Easton

Nobody Does It Better – Carly Simon

A View to a Kill – Duran Duran

Die Another Day – Madonna

Skyfall – Adele

You Know My Name – Chris Cornell

50 anos de Love Me Do com os Beatles

O novo álbum do No Doubt, Push And Shove

E na semana passada, exatamente do dia 25 de setembro aconteceu o lançamento oficial do novo álbum do No Doubt, “Push And Shove”. Na verdade o álbum já havia vazado há alguns dias mas eu não fiquei sabendo infelizmente.

Enfim depois de muita espera, pelo menos da minha parte, ouvi o álbum e fiquei ‘chatiada’ , não foi o que eu esperava. Ouvi duas vezes e estou ouvindo agora enquanto escrevo. Ele começa com Settle Down, o primeiro single e videoclipe lançados,  que eu gostei. Mas assim, na verdade acho que eu aceitei. Ai depois as músicas vão parecem pro caminho errado, tudo meio pop anos 1990, tem uma música “Easy” me parece sei lá, da Paula Abdul, não que tenha alguma coisa contra ela. Mas cadê o Ska? Cadê os trompetes??

Eu descobri o No Doubt através de “Don’t Speak” como muita gente, mas não fiquei por ai, ouvi as outras músicas, os outros albuns, e pra mim esse era o diferencial deles, a mistura com ska, reggae e tal. Mas nesse album não tem muito disso, ai eu fiquei pensando ‘Ain é só isso’. Das últimas músicas eu gostei mais, não posso dizer que odiei tudo, mas de uma banda que ficou todo esse tempo fora de circulação e da qual gosto tanto, eu esperava mais. E tá bom, eu sei que a banda não é mais a mesma de 1995, a Gwen tá casada cheia de filhos, não tem mais o coração partido, os outros caras da banda também  mudaram, claro que não seria outro “Tragic Kingdom”, mas em alguns momentos parece que eles fugiram da essência, ficou comum, sem graça, faltou um tempero. Até tem uma faixa “Spakle” que diz “never gonna be the same”, não exatamente nesse sentido, mas se encaixa no que eu quero dizer aqui.

Eu vou continuar ouvindo pra ver se acabo gostando mais, se tem alguma coisa que não estou ouvindo que faça tudo isso fazer sentido. Talvez eu só tenha que me acostumar.

O álbum tem doze músicas, na opção deluxe são 19 com remixes e versões acústicas de algumas faixas. Até gostei bastante dessas versões.

Push And Shove nome do álbum e a segunda música de trabalho eu gostei de verdade, o vídeoclipe é lindo, tem uma fotografia muito legal e os figurinos da Gwen são maravilhosos. Ah e tem trompetes.

Por Katy Illy

Bowie ao vivo na BBC em 1972 – “Oh, You Pretty Things”

Dum Dum Girls lançam o EP End of Daze

Dum Dum Girls – End of Daze

Nesse útimo dia 25 de setembro, o incrível quarteto californiano, Dum Dum Girls lançou seu novo EP ” End Of Daze”, com 5 canções incríveis sempre a cargo da lendária gravadora Sub Pop.

A banda me chamou a atenção já em 2010, primeiro pelo nome, inspirado no clássico “The Idiot” do punk mor Iggy Pop, que tem na canção Dum Dum Boys um dos pontos altos do disco… , e depois, quando ouví a linda Coming Down de 2011 … mas finalmente pirei quando conferí as garotas ao vivo em Lisboa em Jul/12, num show incrível na Tenda do Optimus Alive 2012… onde se mostraram sexys, punks e incrivelmente líricas#adorei

Prá fechar, e virar fã de vez, acabei de conferir o novo EP, e grata surpresa, pois a banda continua evoluindo e de queridinha Indie, tem tudo para alçar vôos maiores.

O disco começa com Mine Tonight, onde além do clima noise/dream pop, os versos encantam … “I’ve dreamed a death/ It’s mine tonight” … “Sonhei com uma morte, era a minha nessa noite”… deu prá sacar o climão !!

A coisa esquenta em I Got Nothing, com sua batida hipnótica e vocais em repetição, mantendo o clima em alta. Na sequencia o esperto cover Trees and flowers, original da dupla 80’s escocesa Strawberry Switchblade, que vai muito além de uma tradicional versão.

Mas o Garage Rock das meninas se mostra no mais alto nível nas canções finais, primeiro na candidata a hit indie do ano Lord Knows, que pode ser conferida no vídeo abaixo e na catarse final de Season in Hell , que como o próprio nome diz, mostra que a dor foi a força motriz das composições de Dee Dee, líder e mentora do projeto.

Confiram em primeira mão o super vídeo de Lord Knows !!!

Green Day pira ao vivo… diz não ser o Justin Bieber… e vai parar em clínica de desintoxicação (Atualizado)

Em show em Las Vegas, o Green Day se mostra na encruzilhada Mainstream, e diz ao ser informado ter só mais 1 minuto de show, não ser o Justin Bieber… para na seqüência destruir sua guitarra ao vivo, finalizando o show em protesto. E viva o punk pop dos 90’s !!

No dia seguinte, segundo o NME, se internou em clínica de desintoxicação, prejudicando a agenda de lançamento do primeiro álbum da trilogia da banda, o aguardado iUno! , que nesse 24 de setembro chega ao mundo.

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