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Para quem gosta de ver e ouvir ao vivo – Blog & Podcast

Arquivos Mensais: maio 2012

Tributo MTV: Legião Urbana com Wagner Moura

Antes que atirem pedras!

Bom, eu particularmente nunca fui um grande fã de Legião Urbana, talvez pela minha idade, eu não vi o AUGE da banda, não vivi e respirei a religião que foi a Legião para os fãs dos anos 80, que na época era sem nenhuma competição a maior banda do país, a que trazia em cada show o maior público e a que mais vendia discos. Assisti ao show da Emeteve (MTV) em tributo a banda, e em meio a polêmicas sobre Wagner Moura no vocal, escolha de músicas e até mesmo polêmicas do próprio evento eu venho aqui no ViShows dar os meus pitacos e opiniões absolutamente pessoais.

Primeiro vamos falar do vocalista? Capitão Nascimento nos vocais do tributo, ainda não consegui entender se foi um fã no palco realizando um sonho ou se foi uma jogada de marketing para atrair o público.

Se for um fã o papel dele foi perfeito, desafinado como todo mundo que canta Legião Urbana e não é o Renato Russo, porém com muita emoção, empolgação e acima de tudo uma vontade enorme de estar naquele palco, histórico para o próprio Wagner Moura.

As críticas sobre ele cantando não procedem em minha opinião, não há hoje um vocalista que fosse entrar e representar absolutamente bem como ele fez, o lado ator felizmente é mais talentoso que o vocalista, e Wagner Moura dançou desengonçado como Renato Russo, correu, pulou, chorou e olhou para o céu sem acreditar na noite que estava tendo.

As críticas ao vocalista para mim são besteiras, deve-se criticar a escolha dos integrantes que poderiam ter procurado outro cara para cantar, porém parece que a necessidade de capitalizar esse show era muito grande para Dado e Bonfá, e nesse quesito Wagner Moura trouxe a publicidade que eles queriam, mas vamos lembrar que Renato Russo era um humano, que cantava e as vezes desafinava, era um grande vocalista, mas ontem teria se desesperado com as inúmeras falhas de som que prejudicaram o vocal de Wagner Moura e até mesmo o resto da banda.

Me pergunto também se depois de tanta polêmica eles acertaram em colocar Rodrigo Favaro como baixista, será que não seria o dia de chamar Renato Rocha e colocar ele para tocar uma ou outra música? Nem que fosse somente para dar uma ajuda para o cara e reduzir a polêmica? Mostrar para as pessoas que atitudes são mais valiosas do que letras de música, eles se dando bem ou não, compaixão e apoio para um cara que viveu uma época tão importante da vida deles seria uma demonstração importante de caráter, afinal muitas músicas como “Ainda É Cedo”, “Daniel na Cova dos Leões”, “Quase Sem Querer” e “Mais do Mesmo” são assinadas por ele. Aliás parabéns ao pessoal do programa Pânico, apesar de eu não gostar muito do programa, eles fantasiados estavam engraçados demais.

Agora vamos ao que conhecemos do Legião Urbana e algumas contradições, Renato Russo sempre rejeitou convites para a Legião Urbana se apresentar em festivais. Fez isso na primeira edição do Hollywood Rock, em 1988, pois não iria se apresentar num “evento capitalista”, patrocinado por grandes empresas, soava incoerente para o vocalista que não queria cantar com o nome de uma marca de cigarros atrás da banda, essa forma de pensar era o maior legado de Renato Russo. Fazer uma homenagem não é o erro, o problema de tudo isso está logo abaixo.

Uma homenagem elitista para um cara que não funcionava dessa maneira, uma homenagem que custou R$200,00 o ingresso e teve como objetivo gravar um DVD e ser um assunto falado por aí, esse para mim foi o maior problema desse tributo, independente da falta de técnica ou até de voz mesmo de Wagner Moura nos vocais que se compreendeu e se colocou ali como um grande fã, independente das falhas de som grotescas que não acontecem nem nas noites de sabado no Café Aurora, o Karaokê gigante do Legião Urbana tinha que ser realizado para o povo, um show aberto em um local como o Parque do Ibirapuera, tenho certeza que a aura da banda iria atingir mais gente e faria um show muito mais emocionante.

Nem vou falar sobre os patrocínios para a realização do show…para quem quiser conferir um trecho do show segue o vídeo abaixo:

Billie Blade é um Ogro louco, escreve no ViShows e no Cerveja com Ogros, nerd, blogueiro, agente de viagens, maníaco por jogos e videogames, cervejeiro e nunca foi fã do Legião Urbana.

The Mission comemorando 25 anos na América Latina

Com a volta da formação clássica dos 80´s  – Wayne Hussey (vocal), Craig Adams (baixo), Simon Hinkler (guitarra) e o batera Mike Kelly, os ingleses do The Mission voltam ao Brasil pela terceira vez…

The Mission nos 80´s

The Mission nos 80´s

Ví a banda em pleno auge em 1988, no finado Projeto SP na Barra Funda, onde após grande bebedeira e show cancelado, os caras deram show extra histórico, com a mulherada dançando no palco e quase 2,5 horas de apresentação, quem foi como eu … Nunca mais se esqueceu da apresentação… que acabou com os caras mandando 1969 dos Stooges, em show energético, pesado e inspirado…

… mas já nos anos 2000… ví um grupo velho, cansado e em show burocrático no Via Funchal … uma lástima… mas pelo visto a comemoração de 25 anos de carreira da banda, vem em grande estilo, com os caras tocando com formação original e tudo… A Conferir ….

Para a apresentação os fãs podem contar com os grandes sucessos oitentistas da banda como “Tower of Strength”, “Severina” , “Stay with Me” e “Butterfly on a Wheel”.

Formada em 1985, quando Hussey e Adams saíram dos Sisters of Mercy, o The Mission já chegou ao mercado com grande expectativa, pavimentando o caminho para o sucesso mundial, com a mesma pegada soturna dos Sisters, mas com maior lirismo e pegada pop que a banda de Andrew Eldritch.

The Mission Setlist no Fuzz Club – Atenas / Grécia em 04/Nov/2011

  • Beyond The Pale
  • Hands Across The Ocean
  • Serpents Kiss
  • Naked And Savage
  • Garden Of Delight
  • Severina
  • Butterfly On A Wheel
  • Sacrilege
  • Wake
  • Wasteland
  • The Crystal Ocean
  • Deliverance

BIS

  • Like A Child Again
  • Like A Hurricane (Neil Young cover)
  • Tower Of Strength

BIS 2

  • Blood Brother
  • 1969 (Iggy & The Stooges cover)

TOUR AMÉRICA LATINA – 25 Anos de Banda

PERU – 23/Maio – Lima
CHILE – 24/Maio –  Santiago
ARGENTINA – 26/Maio – Buenos Aires
BRASIL – 27/Maio – São Paulo – Cine Jóia
MÉXICO – 02/Jun – Mexico City

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VIDEOGRAFIA SELECIONADA – THE MISSION

Valeu Donna Summer ! Grande diva da Era Disco

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Donna Summer foi a Voz dos Anos 70, emplacou em parceria com Giorgio Moroder hits e mais hits, em especial o clássico da disco – Love to Love You, Baby… , entrando nos anos 80 como Diva.

A cantora, embalou a festa da galera que curtiu bem a década, mas para minha geração, Donna também teve seu valor e momentos legais no surgimento do Vídeo, com clipes bem working class hero como She Works Hard for the Money e a clássica Unconditional Love parceria com a banda juvenil Musical Youth !!

RIP !! Valeu Donna !! Afinal, você com certeza fez o mundo dançar !!

Fiquem com o clipe da minha favorita – Unconditional Love

Noite de hardcore em São Paulo: No Use for a Name no Carioca Club

Por Renata Quirino

Rolou ontem em São Paulo o show da banda de hardcore americana No Use For a Name, no Carioca Club. A casa, localizada em Pinheiros, tem uma programação voltada para a música brasileira, como samba e forró, e nos últimos tempos também tem se dedicado ao rock, com shows de bandas como Sebastian Bach, Kyuss Live!, Destruction, entre outros.

Essa foi a primeira vez que vi um show no Carioca Club e vi muitas vantagens: fácil acesso (o metrô Faria Lima fica a cinco minutos do Carioca e há diversas opções de ônibus na região), os shows começam e terminam cedo (evitando assim que o público passe a madrugada na rua esperando que o transporte público volte a funcionar ou que tenha que pagar por um táxi para ir pra casa), som e iluminação bons e camarote com uma visão bacana do palco. Muitos pontos para a casa. Mas, como nem tudo é perfeito, antes do No Use For a Name subir ao palco, o Dj da casa, que não conhecia nada da banda e muito menos do público, cometeu o erro de tocar um CD INTEIRO do Rappa para “aquecer” os presentes. Óbvio que a escolha não agradou e depois de muitas vaias e pedidos desesperados para que o DJ tivesse piedade de nossos ouvidos e parasse de tocar aquilo, o moço resolveu trocar o disco e colocou Metallica. Totalmente fora de contexto, mas, logicamente, muito melhor que o Rappa. NOFX? Millencolin? Pennywise? Acho que ele nem sabe o que é isso.

Bom, mas agora o No Use For a Name. Também conhecido como NUFAN, a banda nasceu no final dos anos 80, na Califórnia e é uma das mais representativas no chamado Hardcore Melódico.  A última passagem dos americanos no Brasil foi em 2009, no tradicional Hangar 110.

A banda subiu ao palco com quinze minutos de atraso, às 20h15. O vocalista Tony Sly entrou em cena registrando a euforia do público com seu celular. O simpático baixista Matt Riddle conversou e brincou bastante com o público durante toda a apresentação, inclusive com o fato de que hoje, domingo, a banda fará um show na Argentina. Já Tony perguntou se o público gostaria que a banda cancelasse a apresentação e fizesse mais um show por aqui e a platéia, claro, respondeu fervorosamente que sim.

Com fãs fiéis, a banda foi acompanhada do início ao fim, em todas as canções. Destaque para o hit “Coming Too Close”, que arrancou até lágrimas de alguns que estavam por ali. Com a platéia formada na sua maioria por adolescentes e por trintões que estavam recordando sua adolescência, esse show mostrou que a cena hardcore tem um público apaixonado e que conquista novos admiradores a cada dia.

No BIS, o vocalista subiu ao palco com sua guitarra e improvisou uma música em homenagem à São Paulo (com direito a uma bela desafinada no começo, diga-se de passagem), com uma letra que dizia como a cidade traz boas recordações à banda, come eles estão felizes por estar ali novamente e que prometem voltar em breve. Claro, muito aplaudido pelo público apaixonado. Logo em seguida a banda toda volta para tocar as últimas canções. Dois garotos invadem o palco e são levados pelos seguranças. Matt Riddle deixou a banda tocando e foi pedir para que o segurança deixasse os fãs descerem pela frente do palco numa boa. Voltou, pegou o baixo do chão e continuou tocando.

Matt Riddle, do No Use For a Name, no Carioca Club

A banda encerrou a apresentação agradecendo muito e o público foi embora feliz do Carioca Club esperando que Tony Sly cumpra o que disse durante o show: voltar em breve. Uma noite de hardcore adolescente, para quem é adolescente ou para quem voltou a ser adolescente durante uma hora e meia.

Veja mais fotos no Flickr.

Bob Marley – o Rei do Reggae – 31 anos de sua partida

Quase no fim do dia e eu me liguei que tava deixando passar em branco esta data.

Bob Marley ao vivo

Bob Marley ao vivo

Robert Nesta Marley, o responsável em levar o reggae jamaicano para o mundo, nasceu no dia 6 de fevereiro de 1945. A vida musical começou em 1962, quando um produtor o chamou para gravar algumas músicas pelo selo Beverly’s. Bob Marley preferiu montar um grupo invés de seguir a carreira sozinho. Chamou os amigos Peter Tosh e Bunny Livingston para criar um grupo de ska. A primeira gravação, “Simmer Down”, se tornou a mais pedida na Jamaica em 1964.

Naquela época, a mãe de Bob, que se mudou para os Estados Unidos anos antes, o enviou uma passagem para que ele fosse morar com ela. Mas, Bob conheceu a cantora Rita, por quem se apaixonou e a viagem aos Estados Unidos durou apenas alguns meses. Os dois se casaram em fevereiro de 1966.

O ano seguinte foi muito importante para a direção da carreira de Bob Marley. O cantor se converteu à religião Rastafari, o que determinou o estilo de sua música e chamou os amigos de volta para formar o The Wailers. O início do grupo foi difícil, tentaram criar um selo, mas ele faliu pouco tempo depois. A parceira com o produtor Lee Perry fez com que o grupo gravasse algumas músicas importantes, que definiu o estilo da banda.

O homem que é considerado ícone mundial quando se fala em reggae, além de ser adorado por regueiros, com certeza é respeitado por muita gente que não curte reggae.

O motivo? Sua música!

Bob Marley com camiseta da Seleção Brasileira

Bob Marley com camiseta da Seleção Brasileira

“War” e “One Love” são duas músicas que mostram a intenção do reggae: PAZ!

Entre gravações originais, e coletâneas com as músicas de Bob Marley & The Waillers, desde 1965 até hoje são mais de 40 discos. Me arrisco a dizer que de todas as músicas “Is This Love” e “No Woman No Cry” são suas músicas mais conhecidas, e sei também que “Is This Love” foi o primeiro reggae de Bob que ouvi, em uma tarde dentro de uma lotação em Sampa, e me levou a ouvir mais músicas dele e me fez passar a curtir reggae.

Suas letras marcaram, e você possivelmente já ouviu/leu alguma(s) dela(s) por aí:

Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.

A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá la.

Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais.

Não ligo que me olhem da cabeça aos pés..porque nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés.

E uma que eu gosto muito, que mostra o que é o reggae:

O reggae não é pra se ouvir é pra se sentir. Quem não o sente não o conhece.

* Esse post é só pra registrar meu agradecimento pelas palavras, pelas músicas, pelas positivas vibrações que sempre ajudam a animar o meu dia.

Don’t Rock My Boat

I Know A Place – detalhe para os dreads do cara que chega até os seus pés, isso me fez deixar o cabelo crescer rsrs

One Love

No Woman No Cry

No Doubt anuncia novo álbum

25 de setembro de 2012.

Guarde esta data, pois nesse dia depois de 11 anos o No Doubt lança seu novo álbum.
O anúncio foi essa semana no site oficial da banda, através das redes sociais e nessa video mensagem fofa aqui:

O último álbum de estúdio da banda é de 2001 “Rock Stead”, e em 2005 eles lançaram “Tragic Kingdon” com os greastest hits. Nesse período os integrantes da banda seguiram com trabalhos solo. Gween Stefani se destacou bastante, lançou dois discos de sucesso “Love Angel Music Baby” e “The Sweet Scape”, em uma pegada muito mais pop, fazendo parcerias com artistas como Damien Marley, Eve e Akon. Além disso passeou pelo cinema em 2004 no filme “O Aviador” e criou sua própria linha de roupas.

O No Doubt voltou a se reunir em 2008 e no verão de 2009 fez uma turnê por 50 cidades dos Estados Unidos e Canadá tocando seus maiores sucessos. Desde então entraram no estúdio pra iniciar o processo de gravação do novo disco ainda sem nome divulgado. Pelo twitter o guitarrista Tom Dumont disse que o álbum está em fase de mixagem e que eles pretendem lançar o primeiro single em Julho.

Junto com a anúncio saiu também o primeiro webisode da banda, vídeo que é parte de uma série documentando o processo de gravação do novo álbum. Olha só:

A expectativa é grande por parte dos fãs e da banda também que sempre compartilha muitas fotos e informações através do twitter, facebook e no site oficial. Falta pouco!!

Por Katy Illy

Psicodelia Total na Virada Cultural 2012 com Iron Butterfly

Iron Butterfly surgiu na primavera de 1967, em Los Angeles, alcançando grande sucesso com o mega hit “In-na-gadda-da-vida”, que atingiu logo de cara a impressionante marca de 8 milhões de cópias de vendidas, sendo o primeiro LP de rock pesado a ganhar um disco de platina.

Iron Butterfly

Iron Butterfly

Apesar da curta carreira, foi banda marco do final dos anos 60 e início dos 70, com som pesado e psicodélico influenciado por Hendrix e pela cena de São Francisco, com pitadas de Jazz e teclados que muitas vezes emulavam os The Doors.

A banda chegou ao Brasil, para incrível show à meia noite de Sábado nessa Virada Cultural 2012, e para quem imaginava uma aventura por grana e saudosismo, se deu mal, pois a formação 2012, com os membros originais Ron Bushy (Bateria) e Lee Dorman (Baixo e Voz) , somado ao incrível guitarrista Charlie Marinkovich, e ao tecladista Martin Gerschwitz, mandou muito bem, contando velhas histórias dos 60’s e mostrando bem vivo o espirito da época.

A apresentação foi alto astral com a pegada roqueira ideal para curtir até o fim do show já na madrugada. Me surpreendi mesmo e vou buscar os discos originais que um tiozão ao meu lado levou prá balada 🙂 e fazer minha lição de casa sobre o Iron Butterfly.

Confiram o setlist da memorável apresentação !!

  • Iron Butterfly Theme
  • Unconscious Power
  • In the Time of Our Lives
  • Stone Believer
  • Flowers and Beads
  • Easy Rider (Let the Wind Pay the Way)
  • Butterfly Bleu
  • In-A-Gadda-Da-Vida

Franz Ferdinand e The Horrors de graça no Ipiranga – 27/Maio/2012

O Festival de Cultura Britânica, volta para agitar culturalmente a cidade nesse fim de Maio/12, e como atração musical, o destaque fica para os escoceses do Franz Ferdinand, que junto aos ingleses do The Horrors, vão tocar de graça no Parque da Independência no próximo 27 de maio.

Franz Ferdinand no Brasil 2012

Franz Ferdinand no Brasil 2012

O evento também irá contar com a banda  inglesa We Have A Band, além das brasileiras Garotas Suecas e Banda Uó.

Franz Ferdinand é uma das bandas mais amadas no Brasil, e topou dar um tempo nas gravações do novo disco, para cruzar o Atlantico e testar os sons novos por aqui !! LEGAL e IMPERDÍVEL !!

Para entrar no Clima – Vejam o Setlist de Apresentação recente dos caras … Franz Ferdinand Setlist at The Pavilion, Cork, Ireland

  • Darts of Pleasure
  • Tell Her Tonight
  • Do You Want To
  • Right Thoughts
  • No You Girls
  • The Dark of the Matinée
  • Fresh Strawberries
  • Can’t Stop Feeling
  • Take Me Out
  • Ulysses
  • Trees & Animals
  • Outsiders
  • Michael

BIS

  • Jacqueline
  • This Boy
  • This Fire

Da Surf Music ao Soul: um pouco do que rolou na Virada Cultural 2012

Por Renata Quirino

A Virada Cultural em São Paulo aconteceu no último fim de semana em toda capital, levando cultura para toda a cidade. Com tantas opções, era imprescindível fazer um roteiro para não se perder no meio de tantas (ótimas) atrações. Porém, devo começar dizendo sobre a decepção com a Virada Cultural quando foi anunciado o cancelamento do show dos jamaicanos do Toots and Maytals. Com certeza esse seria um dos grandes shows de todo o evento.

Mas apesar do desfalque, não dava tempo de ficar apenas lamentando: no sábado, minha Virada Cultural começaria com o McCoy Tyner Quartet, mas por causa de alguns imprevistos, não pude ver esse incrível pianista que tocou com ninguém mais ninguém menos que John Coltrane. Sorte de quem esteve lá.

Minha noite então começou com os extraterrestres no Man Or Astroman? no palco Barão de Limeira. Mesmo com muitas falhas no som, os lunáticos conseguiram fazer um show divertidíssimo, dançante e totalmente insano. Com direito a mosh do guitarrista Star Crunch e do baixista Coco the Electronic Monkey Wizard. Sensacional.

Coco the Electronic Monkey Wizard (Robert DelBueno) do Man or Astroman? na Virada Cultural 2012

Coco the Electronic Monkey Wizard (Robert DelBueno) do Man or Astroman? na Virada Cultural 2012

Star Crunch (Brian Causey) do Man or Astroman? na Virada Cultural 2012

Star Crunch (Brian Causey) do Man or Astroman? na Virada Cultural 2012

No dia seguinte, minha maratona musical começou com o Suicidal Tendencies às 9h30 da manhã no palco São João. Ansiosamente aguardado pelo público, no primeiro minuto de show, o público invadiu a área destinada à imprensa. Muitos garotos e garotas se jogando do palco para a platéia, deixando os seguranças a beira de um ataque. Um mosh pit inacreditável se formou no meio da avenida. Simplesmente lindo! A banda fará amanhã uma tarde de autógrafos na loja Sick n Silly Rockstore, na Alameda Jaú, às 17:00 e encerrará a turnê com show na Clash Club, Barra Funda, na quarta feira, dia 07.

Logo depois fui até a Av. Rio Branco para ver a banda Skywalkers, da zona leste de São Paulo. A programação do palco Baratos Afins foi organizada por Luis Calanca, dono do selo e da loja de discos de mesmo nome. Infelizmente, o público não era dos maiores. Já era de se imaginar, já que ao mesmo tempo estava rolando no palco São João o disputadíssimo show do Titãs, que tocou na íntegra o clássico Cabeça Dinossauro, de 1986.

Pedro Bizelli, do Skywalkers, no Palco Baratos Afins na Virada Cultural 2012

Pedro Bizelli, do Skywalkers, no Palco Baratos Afins na Virada Cultural 2012

Uma pausa para almoçar, dar uma volta na cidade, fotografar os mais diferentes tipos de arte que aconteciam por ali – desde bolivianos tocando “Menina Veneno” até Índio Chiquinha dançando com suas castanholas em frente ao Teatro Municipal.

Meu domingo musical acabou com um dos shows mais deliciosos que já vi na Virada Cultural: Charles Bradley. Mais do que música para ouvir: musicar para sentir. Duas palavras podem definir bem o show de Charles: sexy e emocionante. O soulman (verdadeiro soulman) subiu ao palco depois de uma bela Jam de sua incrível banda. Com uma impressionante capacidade vocal, Charles Bradley se emocionou em vários momentos da apresentação e agradecia a cada instante a presença do público. Como se não bastasse, foi até a platéia e abraçou todos que estavam na primeira fila por mais de 20 minutos. Eu só tenho uma coisa a dizer: nós que te agradecemos, Charles. Obrigada por existir e encerrar minha Virada Cultural tão brilhantemente.

Um verdadeiro soulman: Charles Bradley na Virada Cultural 2012

Um verdadeiro soulman: Charles Bradley na Virada Cultural 2012

E após um show desses, eu não poderia voltar para casa com outro sentimento que não fosse felicidade. Que venha a Virada Cultural 2013.

Veja mais fotos no Flickr

Imagens Virada Cultural 2012 – São Paulo

Fique em Paz Adam Yauch, pioneiro do HipHop ! Obrigado pelo Ritmo e Poesia – Videografia selecionada Beastie Boys

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Nessa sexta, aos 47 anos faleceu MCA ou Adam Yauch, fundador dos Beastie Boys, banda que recriou o espirito punk original, em um dos maiores grupos de todos os tempos e fundamentais para a cultura HipHop.

Yauch e seus colegas de banda quebraram as barreiras do RAP logo em seu início, pois mesmo brancos e de classe média, os nova iorquinos conquistaram e influenciaram o mundo.

Reis do Remix, com clipes históricos, sempre cheios humor e idéias, os caras nunca se acomodaram, evoluíram e flertaram com o rock, eletronico, funk e pop, com performances sempre intensas, ajudaram a remodelar a estética urbana e jovem entre o fim do século XX e os tempos atuais.

Obrigado MCA !! No Sleep til Brooklin, mudou meu gosto musical para sempre !!

Fiquem com a VIDEOGRAFIA selecionada dos Beastie Boys

No sleep til Brooklyn ao vivo 1987

Hey Ladies do Pauls Boutique

So What’cha Want de 1992

Sabotage ao vivo no MTV VMA Latino

Intergalactic no Live Earth 2007

Em 2004 no David Letterman com Ch Check it out- Histórico

“Make some noise” do ultimo álbum ! Grande som !!

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