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Lenda do rock e blues, Jack Bruce (ex-Cream) chega com sua Big Blues Band em Out/12 para shows no Brasil e Argentina

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Jack Bruce – 2012

Lenda do rock e blues, Jack Bruce (ex-Cream) chega com sua Big Blues Band em Out/12, para shows na área.

Fãs do Cream, banda seminal de Eric Clapton (Guitarras), Ginger Baker (percussão) e Jack Bruce (Baixo e Voz), do Jazz/Blues e Rock em geral não podem perder as poucas apresentações do escocês Sampa, Buenos Aites e Porto Alegre, confiram as datas :

São Paulo
– 24 Out/12 – Teatro Bradesco

Buenos Aires
– 25 Out/12 – Teatro Gran Rex

Porto Alegre
– 26 Out/12 – Teatro Bourbon Country

Para quem não conhece o Cream, eles foram um dos primeiros supergrupos do Rock, e levavam multidões aos estádios o fim dos anos 60, onde um Eric Clapton ainda tímido, deixava quase todos vocais para Bruce, que por sinal sempre deu conta do recado, além de ser um baixista sensacional que brilhava no mesmo nível da genialidade dos parceiros de banda.

Formação da Banda – Jack Bruce 2011

Jack Bruce – Vocais / Baixo / Piano, Tony Remy – Guitarras, Frank Tontoh – Bateria, Paddy Milner – Piano, Nick Cohen – Baixo, Winston Rollins – Trombone, Derek Nash – Tenor Sax e Paul Newton – Trompete.

Confiram a forma incrível do cara em plena atividade e abaixo o clássico Sunshine of your love com o Cream em seu clássico concerto de despedida…

Setlist de Mr. Bruce e referência para os shows na América do Sul
Jack Bruce no Ronnie Scott’s Jazz Club, Londres / UK

– Cold Shot
– Go to the Mardi Gras
– Can You Follow?
– You Burned the Tables on Me
– Neighbor, Neighbor
– Child Song
– Weird of Hermiston
– Folksong
– Theme For An Imaginary Western
– Born Under a Bad Sign
– We’re Going Wrong (Cream )
– Deserted Cities of the Heart
– White Room (Cream)
– Sunshine of Your Love (Cream)

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Jack Bruce em pé ao fundo com a lendária banda Cream

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Beach Boys ao vivo com Brian Wilson – O Show do Ano!

Este blog vem comentando sobre os grandes retornos de bandas clássicas como Stone Roses, Van Halen, Black Sabbath e Soundgarden… mas quando vi que nosso colega Claudio Hernandez estava na California na missão de conferir os Beach Boys em formação clássica com o fundador e líder Brian Wilson, saquei que, por inúmeros motivos, esse era o show de retorno do ano, afinal a história do rock seria outra sem os seminais Beach Boys.

A banda é esperada no segundo semestre na América do Sul e os boatos de shows no Peru e no Chile são fortes, mas ninguém garante que serão shows com a formação clássica atual, que além de Brian Wilson, conta com Mike Love (que detém o nome e excursiona com músicos contratados como Beach Boys), Al Jardine, Bruce Johnston e David Marks.

A polêmica está lançada,  causando desconforto entre os membros originais… mas sem interromper o tour… veja mais sobre o Buzz no link da Rolling Stone gringa… vamos ao show !!

VALEU CLAUDIO !! (Segue o post original e fotos na íntegra)

Achei que o show está entre os 5 melhores que já vi, pela importância da banda (influenciou até Paul McCartney), pela surpresa com a boa forma vocal, com o pique deles e com 80% da platéia ter mais de 70 anos. Muito legal!

Claro que  Brian Wilson não está na sua melhor forma, foram anos de internação e sua volta, lúcido e produtivo, já vale muito. O eterno líder dos Beach Boys teve de entrar e sair acompanhado por alguém segurando no seu braço. Mas Brian ainda tem a velha garra e cantou uma canção 100% sozinho, mostrando que sua disposição continua em dia. Não levantou do piano e nem precisou.

A banda contou com diversos músicos de apoio, o que, na plateia, não deu para perceber direito quem estava cantando. A performance da banda foi muito fiel às canções originais.

O set list foi de nada menos que 40 canções! O show durou mais de 2 horas!

No dia seguinte, eles iriam para Los Angeles, por lá, já estava sold out desde o final de 2011. LA foi a primeira cidade a esgotar os ingressos.

O palco do show de San Francisco foi no incrível  Greek Theater da Universidade Berkeley, um campus maravilhoso, também com lugares esgotados. Memorável!

SETLIST – The Beach Boys Setlist at Greek Theatre, Berkeley, CA, USA – Jun 1

  •       Do It Again
  •       Little Honda
  •       Catch a Wave
  •       Hawaii
  •       Don’t Back Down
  •       Surfin’ Safari
  •       Surfer Girl
  •       Please Let Me Wonder
  •       Marcella
  •       Kiss Me, Baby
  •       Disney Girls
  •       Then I Kissed Her (The Crystals cover)
  •       Isn’t It Time
  •       When I Grow Up (to Be a Man)
  •       Why Do Fools Fall in Love (Frankie Lymon & The Teenagers cover)
  •       Cotton Fields (Lead Belly cover)
  •       It’s OK
  •       Be True to Your School
  •       Ballad of Ole’ Betsy
  •       Don’t Worry Baby
  •       Little Deuce Coupe
  •       409
  •       Shut Down
  •       I Get Around

Parte 2

  •       Add Some Music to Your Day
  •       California Saga: California
  •       Sloop John B
  •       Wouldn’t It Be Nice
  •       I Just Wasn’t Made for These Times
  •       Sail on, Sailor
  •       Heroes and Villains
  •       In My Room
  •       All This Is That
  •       That’s Why God Made the Radio
  •       Forever
  •       God Only Knows
  •       Good Vibrations
  •       California Girls
  •       Dance, Dance, Dance
  •       Help Me, Rhonda
  •       Rock and Roll Music (Chuck Berry cover)
  •       Do You Wanna Dance? (Bobby Freeman cover)
  •       Surfin’ USA

BIS

  •       Kokomo
  •       Barbara Ann (The Regents cover)
  •       Fun, Fun, Fun

Psicodelia Total na Virada Cultural 2012 com Iron Butterfly

Iron Butterfly surgiu na primavera de 1967, em Los Angeles, alcançando grande sucesso com o mega hit “In-na-gadda-da-vida”, que atingiu logo de cara a impressionante marca de 8 milhões de cópias de vendidas, sendo o primeiro LP de rock pesado a ganhar um disco de platina.

Iron Butterfly

Iron Butterfly

Apesar da curta carreira, foi banda marco do final dos anos 60 e início dos 70, com som pesado e psicodélico influenciado por Hendrix e pela cena de São Francisco, com pitadas de Jazz e teclados que muitas vezes emulavam os The Doors.

A banda chegou ao Brasil, para incrível show à meia noite de Sábado nessa Virada Cultural 2012, e para quem imaginava uma aventura por grana e saudosismo, se deu mal, pois a formação 2012, com os membros originais Ron Bushy (Bateria) e Lee Dorman (Baixo e Voz) , somado ao incrível guitarrista Charlie Marinkovich, e ao tecladista Martin Gerschwitz, mandou muito bem, contando velhas histórias dos 60’s e mostrando bem vivo o espirito da época.

A apresentação foi alto astral com a pegada roqueira ideal para curtir até o fim do show já na madrugada. Me surpreendi mesmo e vou buscar os discos originais que um tiozão ao meu lado levou prá balada 🙂 e fazer minha lição de casa sobre o Iron Butterfly.

Confiram o setlist da memorável apresentação !!

  • Iron Butterfly Theme
  • Unconscious Power
  • In the Time of Our Lives
  • Stone Believer
  • Flowers and Beads
  • Easy Rider (Let the Wind Pay the Way)
  • Butterfly Bleu
  • In-A-Gadda-Da-Vida

Dicas para curtir o melhor da Virada Cultural 2012

VIRADA CULTURAL 2012

VIRADA CULTURAL 2012

!! Dicas do blog VISHOWS, para curtir numa boa a Virada Cultural 2012 !!

1 – PESQUISAR E PLANEJAR

A primeira dica é PLANEJAMENTO, pois um evento assim diverso, agrega roqueiros, pagodeiros, malucos, crianças, velhinhos, mendigos, regueiros, clubbers, manos, mauricinhos, punks e alternativos de toda ordem e opção.

Ou seja, tem prá todo mundo – procure na programação completa do sitio da Virada, e cheque seus artistas e atrações favoritos, horários e locais. Feito isso, dê um passeio no Google MAPS e Street View para ver as distâncias, pontos de ônibus e metrô mais próximos.

2 – TRANSPORTE

Não vá de carro, é a maior roubada !!

Se você mora longe do centro e do metrô, a dica de transporte é ir de carro até a estação de Metrô ou trem mais próxima. Daí é escolher se fica melhor descer na Sé, Liberdade, República, Anhagabaú, Luz ou até mesmo na Paraíso, Ana Rosa, Santana e Barra Funda prá quem vai curtir o circuito que rola em diversos SESCs da cidade.

Em todos os CEU´s vão rolar apresentações e performances como opção para vários bairros de SP.

3 – HORÁRIOS

Eu sempre busco horários mais alternativos, o pico de lotação normalmente acontece das 22:00 até altas horas da madrugada, e no Domingo à tarde a cidade fica novamente lotada.

Pesquise os palcos próximos do seu show preferido, pois se ficar lotado demais, apresentações menos concorridas podem ser até mais divertidas.

4 – O que ver na Virada Cultural 2012 ?

Agora que o Braza está na rota de shows internacionais, a Virada apostou em uma programação eclética e com nomes internacionais relevantes, em 2012 as atrações prometem !!

PALCO JÚLIO PRESTES

Ebo Taylor (Gana) – dia 5 às 20h30
Em Gana o HighLife é o Ritmo, e Ebo Taylor tem lugar garantido nos sons do Oeste da África, com guitarras melódicas e nos metais cheios de swing, o som despontou para o mundo com a modernização da música africana no século XX, e o cara é um dos fundadores do estilo e inspirador do afrobeat.

Com a Afrobeat Academy, uma das melhores orquestras de afrobeat do mundo, gravou em 2010 o disco “Love and Death” – VALE A PENA !

Tony Allen (Nigéria) – dia 6 à 00h00
Mago e mestre do Ritmo Afrobeat, direto da Nigéria o baterista-maestro-arranjador, que tocou por anos com Fela Kuti, é um dos maiores bateras de todos os tempos.

IMPERDÍVEL

Seun Kuti & Egypt 80 (Nigéria) – dia 6 às 02h30
Filho do mestre Fela Kuti, Seun se mostra com a mesma força do pai, em especial ao vivo, vem ao Brasil acompanhado da banda Egypt 80, que durante muitos anos acompanhou Fela Kuti.

Não é um tributo, pois as composições são todas próprias e cheias de personalidade, mas é claro que Seun é o mais fiel seguidor de Fela, tanto pela ideologia política, quanto pela musicalidade.

Seu último álbum, produzido por Brian Eno, é “From Africa with Fury: Rise”, é forte e teve destaque internacional onde a energia de Fela está presente até na capa, feita por Lemi Ghariokwu, o mesmo que criou capas clássicas de Fela.

UM DOS MELHORES SHOWS DO ANO

Toots and the Maytals (Jamaica) – dia 6 às 13h00
Depos de Bob Marley, Peter Tosh e Jimmi Cliff, Toots Hilbert é o grande nome mundial do Ska e do Reggae, e finalmente chega ao Brasil !!!

Considerada uma das mais emblemáticas bandas da Jamaica, tem na mistura do gospel com ska, soul, reagge e rock a sua consagrada fórmula, e seu maior clássico “54-46 Thats My Number“, é uma das maiores pedradas do gênero.


Atualização Urgente !! Não dá prá elogiar… Erros da produção da Virada Cultural cancelam shows de The Abyssinians e Toots and The Maytals #fail #amadorismo

Gilberto Gil – dia 6 às 18h00
Gil dispensa apresentações, é o maior artista da sua geração e não virou depois de maduro, um conservador e reacionário como muitos de sua época, por isso continua atual e relevante, sem ter que posar de roqueiro ou montar uma banda com “garotos”.

PALCO REPÚBLICA

Mccoy Tyner Quartet – dia 5 às 19h00
O cara é referência quando se fala em jazz moderno, tocou com John Coltrane, no quarteto responsável por um dos álbuns mais famosos na história do jazz, “My Favorite Things”. Indo muito além do convencional, seu estilo de tocar piano baseado no blues é repleto de acordes sofisticados. Suas contribuições harmônicas e recursos rítmicos formam o vocabulário da maioria dos pianistas de jazz da atualidade.

Roy Ayers – dia 6 à 00h00
Com origem no Jazz Roy Ayes, tem trajetória incrível, passando pelo funk, soul e pop. É uma lenda da música e que deve fazer o melhor show do Palco República.

Raul de Souza com Zimbo Trio – dia 6 às 02h30
O Zimbo Trio, formado atualmente por Amílton Godoy (piano), Pércio Sápia (bateria) e Mario Andreotti (contrabaixo acústico), começou no ínício dos anos 60 e virou referência instrumental do som moderno brazuca, tendo acompanhado os maiores nomes da música brasileira nos últimos anos. Vai tocar com o mestre Raul de Souza, um dos maiores trombonistas brasileiros e, que ao longo de sua carreira, trabalhou com músicos como Sergio Mendez, Flora Purim, Airto Moreira, Milton Nascimento, Sonny Rollins, George Duke e Cal Tjader, entre outros.

Charles Bradley – dia 6 às 15h00
O soul de Charles Bradley, chega direto da Flórida e tem conquistado o mundo, vale pela sonzeira de The World (Is Going Up In Flames) de 2010 e pelo estilo que lembra o Soul Man Otis Redding. Esse vou ver MESMO !!

Larry Graham – dia 6 às 17h30
Larry Graham, é um músico, compositor, cantor e produtor musical americano, a quem se atribui a invenção da técnica de bater com o polegar nas cordas do baixo eléctrico, “slapping” ou, conforme definição do próprio artista, Thumpin’ and Pluckin’ . É especialmente conhecido como baixista da banda “Sly & the Family Stone”, que influenciou o funk e o soul psicadélico nos anos 70. Foi ainda o fundador e principal figura da banda “Graham Central Station”.

PALCO SÃO JOÃO

Banda Made In Brazil – dia 5 às 18h30 (Tocando na íntegra “Jack o Estripador” de 1976)
A lenda viva do rock brazuca, Made In Brazil, sobe mais uma vez no Palco do Rock da Virada, desta vez para um show especial: a apresentação, na íntegra, do LP “Jack, O Estripador”, um clássico de 1976. Para o show histórico, a banda traz sua formação original com Oswaldo e Celso Vecchione e Percy Weiss nos vocais, além de convidados especiais que aproveitarão a ocasião para homenagear o falecido produtor Ezequiel Neves.

Iron Butterfly – dia 5 às 23h30
Iron Butterfly surgiu na primavera de 1967, em Los Angeles, alcançando grande sucesso já no seu álbum de estréia, o clássico “In-na-gadda-da-vida”. O disco atingiu logo de cara a impressionante marca de 8 milhões de cópias de vendidas.

Os Mutantes – dia 6 às 02h00
Desde 1966, os Mutantes assombram o mundo com seu experimentalismo e criatividade. Originalmente formada por Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, a banda foi um dos catalisadores do movimento Tropicalista. Psicodélicos, românticos, doidos varridos, visionários cheios de energia e imaginação, são uma das bandas mais influentes da música brasileira, chegando a tocar ouvidos mundialmente famosos como os de Kurt Cobain e Sean Lennon.

Members of Morphine & Jeremy Lyons – dia 6 às 04h30
O saxofonista Dana Colley e o baterista Jerome Deupree, membros originais da cultuada banda Morphine, se juntam ao guitarrista e baixista Jeremy Lyons para interpretar os clássicos da banda que terminou subitamente em 1999 após a morte, em pleno palco, do baixista Mark Sandman. No repertório, também estarão as músicas de seu novo disco, “The Ever Expanding Elastic Waste Band” de 2010.

Suicidal Tendencies – dia 6 às 09h30
O hardcore com trash metal dos caras marcou gerações na virada dos anos 80 para os 90, e da sua mistura onde o Punk, o Skate, a Política e o Rock são os elementos básicos, surgiram legiões de imitadores e emuladores.

Suicidal Tendencies é autêntico, e o som forte, nervoso e direto conquita tribos diversas em todo mundo. Vamos conferir !!

La Renga – dia 6 às 14h30
O rock argentino é bom, criativo e muitas vezes bem pesado, tendo em grupos como La Renga, um dos seus maiores representantes, quando o assunto é Hard Rock. Lotam estádios na terra natal e no Chile, Uruguai, Paraguai e mesmos nos EUA.

PALCO BARÃO DE LIMEIRA

A Bolha – dia 5 às 20h00
O Rock Progressivo Brasil tem na A Bolha um dos seus precursores, e nos anos 70 lançou discos históricos e serviu como banda de apoio de artistas como Gal Costa, Raul Seixas e Erasmo Carlos.Voltaram nos anos 2000 com shows super elogiados.

Man Or Astro-Man? – dia 5 às 22h30
Grande banda ao vivo, conferí os caras tocando há mais de 10 anos, na extinta Broadway e confesso que é um dos shows mais divertidos do planeta. Começaram tocando rock instrumental, semelhante a outras banda de surf-rock como The Ventures, mais tarde adotaram uma fusão de estilos, que incluem o surf rock dos anos 1960 com o new wave e o punk rock do final dos anos 1970 e meados dos anos 1980.

É conhecida pela dedicação a temas legais e nerds como antigos programas de TV, viagens no espaço e filmes de ficção científica, com uso pesado de samplers, dispositivos eletrônicos como o theremins e bobinas de tesla e afins !!

Jupiter Maçã – dia 6 às 03h30
Ex TNT e Cascavelletes, o ainda muito jovem Flávio Basso começa sua incursão solo pelo folk sob o pseudônimo de Woody Apple. Porém em pouco tempo já estaria eletrificando seu som, transformando-se em Júpiter Maça. Seu primeiro álbum “A 7a Efervescência” seguinte, o disco foi eleito o maior e mais expressivo disco de rock do Sul do Brasil de todos os tempos, e também entre os 100 maiores álbuns de música brasileira da história, pesquisa feita pela revista Rolling Stone. A cada álbum Jupiter Maçã, ou seu alter ego bossa-novista Jupiter Apple, apresenta uma musicalidade nova.

Pin Ups – dia 6 às 08h30

A história do rock indie paulistano passa obrigatoriamente pela banda Pin Ups, formada em 1988 sempre tratou sua música como se a urgencia fosse a coisa mais importante do mundo !! Já ví em Curitiba, abrindo para os Pixies e confesso que sentí a emoção de voltar ao rock alternativo paulistano dos anos 90 (De Verdade) !!

Defalla – dia 6 às 11h00
A lenda do Rock Gaúcho oitentista está de volta, pois desde 1984, quando despontou no cenário do Rock Brasil, é uma das principais bandas do país, com canções em estilos diversos, flertou com o hard rock, rap, glam rock, heavy metal e até big beat, além do funk carioca, hardcore melódico e miami bass. Alcançou grande sucesso nacional com o rock-funk carioca Popozuda Rock and Roll. Detona EDU K !!

Popa Chubby – dia 6 às 16h00
Grande guitarrista com influências clássicas como Hendrix e Clapton, Popa Chubby é conhecido como o padrinho do blues nova iorquino. Só daí, não é preciso ser um expert em música para entender que o som de Chubby é da pesada. Mas tem mais. Além de seus próprios discos, Popa participou da gravação de álbuns de artistas do calibre de Aretha Franklin, Ray Charles e Wilson Pickett. Sonzeira do mais alto quilate.

TEATRO MUNICIPAL

Arnaldo Baptista – dia 5 às 19h00
Gênio e louco, é o nosso Syd Barret + Brian Wilson !! Arnaldo Baptista, ex-líder dos Mutantes, e se apresenta na Virada no show “Sarau o Benedito?”, no imponente Teatro Municipal de São Paulo.

O show traz video-cenário com projeções de desenhos de sua obra como artista plástico.

LARGO DO PAISSANDÚ

Trupe Chá de Boldo – dia 6 às 15h00
A Trupe Chá de Boldo é uma banda de MPB nascida em 2005, em São Paulo, que hoje é formada por 13 integrantes. Dois anos após o lançamento de seu disco de estreia, Bárbaro, e de uma série de shows divulgando o trabalho (Auditório Ibirapuera, Sesc Pompéia e circuito Sesc no interior do estado), a banda está finaliza o seu segundo CD, que estreia em março de 2012.Neste novo trabalho, o grupo foi produzido por Gustavo Ruiz (produtor de Tulipa Ruiz e Juliana Kehl) e contou com as participações especiais de André Abujamra, Alzira E, Tatá Aeroplano, Peri Pane, Lu Horta, Marcelo Pretto e Márcia Castro.

As Mercenárias – dia 6 às 16h00
A maior banda feminina do Brasil de todos os tempos, atualmento formada por Sandra Coutinho – baixo/voz, Geórgia Branco – guitarra/vocal e Pitchu Ferraz – bateria, que agora como Trio, se propõem a recuperar o mito com seu repertório oitentista, mas com foco no resgate da obra alinhada com as influências sonoras dos dias atuais.

Paulo Barnabe & Patife Band – Dia 6 às 18h00
Irmão do grande Arrigo Barnabé, Paulo e sua Patife Band voltam aos palcos, mesclando timbres de instrumentos como sintetizador, sax, bateria e guitarra. A atual proposta abre ainda mais espaços para improvisos e experimentações.

Formado em 1983 é considerada um dos expoentes do movimento que ficou conhecido como Vanguarda Paulista.

Ringo chega com novos e velhos amigos em tour sulamericano

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CIDADES DO TOUR NA AMÉRICA DO SUL

CHILE
Santiago / 4-Nov – Movistar Arena

ARGENTINA
Buenos Aires / 7-Nov – Luna Park

BRASIL
Porto Alegre / 10-Nov – Gigantinho
São Paulo / 12-Nov – Credicard Hall
São Paulo / 13-Nov – Credicard Hall
Rio De Janeiro / 15-Nov – Chevrolet Hall
Belo Horizonte / 16-Nov – Citibank Hall
Brasilia / 18-Nov – Convention Hall
Recife / 20-Nov – Chevrolet Hall

A BANDA
RINGO ALL STARR BAND com Ringo Starr (vocal/bateria), Rick Derringer (gtr, voz – ex- The Mc Coys), Richard Page (baixo e voz – ex Mr.Mr) , Edgar Winter (teclado e voz), Gary Wright (teclados), Wally Palmar (gtr, voz – The Romantics), Gregg Bissonette (bateria).

Primeiro os clássicos !

It don´t come easy – Ringo 2011

Yellow Submarine

With a Little Help From My Friends + Give Peace a Chance

… Também com novos e oitentistas amigos…

Talking In Your Sleep – Wally Palmar (The Romantics)

Richard Page – Broken Wings (Mr. Mister)

E o setlist de Ringo em show recente em Viena, Austria em 17 de Julho de 2011 !!
– It Don’t Come Easy
– Honey Don’t (Carl Perkins)
– Choose Love
– Hang On Sloopy (The McCoys)
– Free Ride – (Edgar Winter)
– Talking in Your Sleep (The Romantics)
– I Wanna Be Your Man
– Dream Weaver (Gary Wright)
– Kyrie (Mr. Mister)
– The Other Side Of Liverpool
– Yellow Submarine
– Frankenstein (Edgar Winter)
– Peace Dream
– Back Off Boogaloo
– What I Like About You (The Romantics)
– Rock and Roll, Hoochie Koo (Rick Derringer)
– Boys
– Love Is Alive (Gary Wright)
– Broken Wings (Mr. Mister)
– Photograph
– Act Naturally (Buck Owens)
– With a Little Help from My Friends
– Give Peace a Chance (John Lennon)

10 longos anos para a volta de Clapton ao Brasil

Eric Clapton 2011

Eric Clapton 2011

Pelo visto Mr.Clapton, vem a cada 10 anos ao país, pois ví o lendário guitarrista no fim de 1990 em show histórico no finado Olympia, e em 2001 no não menos marcante concerto no Sambódromo carioca.

Os dois shows foram incríveis, mas confesso que o show dos anos 90 foi melhor, afinal na época ele estava de volta ao auge da forma técnica, fazendo uma apresentação vibrante e intensa, antes até do acidente fatal com seu filho que acabou gerando o consagrado Acústico e a singela Tears in Heaven.

No show carioca em 2001, além de ter sido numa arena aberta, ví um Clapton em forma, mas já no melhor estilo Tiozão, tocou parte do show sentado e deu preferência por temas mais leves, sem os tradicionais Tours de Force em Layla e Cocaine. Não deixou de ser muito acima da média, pois talento e repertório o cara tem de sobra.

Agora depois de 10 anos de sua última passagem, o músico britânico fará 4 shows, apresentando seu CD mais recente “Clapton”.

Quando, onde e como ?

Dia 06/Out – Porto Alegre – Estacionamento da Fiergs
Dias 09 e 10/Out – Rio de Janeiro – HSBC Arena
Dia 12/Out – São Paulo – Morumbí

Ingressos no site – www.livepass.com.br

Confiram Vídeo do meu som preferido Badge, em apresentação  recente (Maio em Londres no Royal Albert Hall) e o Setlist do dia 11/Jun em Herning, Dinamarca, e que serve como referência para os shows brazucas.

  • Key To The Highway
  • Going Down Slow
  • Hoochie Coochie Man (Muddy Waters cover)
  • Old Love
  • I Shot the Sheriff (Bob Marley)
  • Driftin’ Blues
  • Nobody Knows You When You’re Down and Out
  • Lay Down Sally
  • When Somebody Thinks You’re Wonderful
  • Layla
  • Badge
  • Wonderful Tonight
  • Before You Accuse Me (Bo Diddley)
  • Little Queen of Spades (Robert Johnson)
  • Cocaine

BIS

  • Crossroads

Som do dia – Nick Cave e Neko Case com “She´s not there” (The Zombies) – Wish List

Vídeo do dia – Neil Young com CORTEZ THE KILLER – Wish List Vishows

He came dancing across the water, With his galleons and guns

Looking for the new world, In that palace in the sun.

On the shore lay Montezuma, With his coca leaves and pearls

In his halls he often wondered, With the secrets of the worlds.

And his subjects, Gathered ‘round him

Like the leaves around a tree, In their clothes of many colors

For the angry gods to see.

And the women all were beautiful

And the men stood, Straight and strong

They offered life in sacrifice, So that others could go on.

Hate was just a legend, And war was never known

The people worked together, And they lifted many stones.

They carried them, To the flatlands

And they died along the way, But they built up

With their bare hands, What we still can’t do today.

And I know she’s living there, And she loves me to this day

I still can’t remember when, Or how I lost my way.

He came dancing across the water

Cortez, Cortez – What a killer.

Neil Young

Neil Young

Podcast Emissão 49 – Rolas Mexicanas

Heroína da guitarra, Kaki King toca em São Paulo em Junho/11

Kaki King

Kaki King

De visual moderno/nerd a norte-americana Kaki King, entrou para o panteão dos grandes guitarristas, com sua técnica de “tapping” (tocando as cordas como teclas de um piano ao estilo Stanley Jordan), mas o foco de seu som não é a habilidade técnica e sim as composições.

Já tocou com os Foo Fighters e com a dupla canadense Tegan and Sara, e se apresenta no fim de semana do dias dos namorados em 2 shows no Sesc Belenzinho.

Quando ? Onde ? Como ?

Sesc Belenzinho – São Paulo, no Sábado dia 11-Jun às 21hrs e Domingo dia 12-Jun às 18hrs.

Confiram os vídeos selecionados de Kaki King !!

 

 

RIP – Gil Scott Heron – Músico, Poeta e Ativista – “The Revolution will be Live”

Gil Scott Heron

Gil Scott Heron

Aos 62 anos faleceu nessa Sexta (27/Mai) o grande artista Gil Scott Heron, considerado um dos precursores do rap com seus poemas falados e sonoridade Black com base de jazz e soul.

Sons como The Revolution Will Not Be Televised são atemporais e influenciaram toda uma geração nos anos 70, não conhece ? Confira vídeo direto do YouTube e a letra completa desse grito pela conscientização !!

Lançou, em 2010, o aclamado I’m new here, após 13 anos de hiato musical, o álbum foi considerado um dos melhores da década e representou bem toda importância do cara.

Valeu GIL !!

The Revolution Will Not Be Televised

You will not be able to stay home, brother.
You will not be able to plug in, turn on and cop out.
You will not be able to lose yourself on skag and skip,
Skip out for beer during commercials,
Because the revolution will not be televised.

The revolution will not be televised.
The revolution will not be brought to you by Xerox
In 4 parts without commercial interruptions.
The revolution will not show you pictures of Nixon
blowing a bugle and leading a charge by John
Mitchell, General Abrams and Spiro Agnew to eat
hog maws confiscated from a Harlem sanctuary.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be brought to you by the
Schaefer Award Theatre and will not star Natalie
Woods and Steve McQueen or Bullwinkle and Julia.
The revolution will not give your mouth sex appeal.
The revolution will not get rid of the nubs.
The revolution will not make you look five pounds
thinner, because the revolution will not be televised, Brother.

There will be no pictures of you and Willie May
pushing that shopping cart down the block on the dead run,
or trying to slide that color television into a stolen ambulance.
NBC will not be able predict the winner at 8:32
or report from 29 districts.
The revolution will not be televised.

There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of pigs shooting down
brothers in the instant replay.
There will be no pictures of Whitney Young being
run out of Harlem on a rail with a brand new process.
There will be no slow motion or still life of Roy
Wilkens strolling through Watts in a Red, Black and
Green liberation jumpsuit that he had been saving
For just the proper occasion.

Green Acres, The Beverly Hillbillies, and Hooterville
Junction will no longer be so damned relevant, and
women will not care if Dick finally gets down with
Jane on Search for Tomorrow because Black people
will be in the street looking for a brighter day.
The revolution will not be televised.

There will be no highlights on the eleven o’clock
news and no pictures of hairy armed women
liberationists and Jackie Onassis blowing her nose.
The theme song will not be written by Jim Webb,
Francis Scott Key, nor sung by Glen Campbell, Tom
Jones, Johnny Cash, Englebert Humperdink, or the Rare Earth.
The revolution will not be televised.

The revolution will not be right back after a message
bbout a white tornado, white lightning, or white people.
You will not have to worry about a dove in your
bedroom, a tiger in your tank, or the giant in your toilet bowl.
The revolution will not go better with Coke.
The revolution will not fight the germs that may cause bad breath.
The revolution will put you in the driver’s seat.

The revolution will not be televised, will not be televised,
will not be televised, will not be televised.
The revolution will be no re-run brothers;
The revolution will be live.

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