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Para quem gosta de ver e ouvir ao vivo – Blog & Podcast

Arquivos da Categoria: Shows e Festivais

Veja o que rolou na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Por Renata Quirino

Rolou na última quinta-feira a primeira edição do Sub Pop Festival (sim, aquela gravadora de Seattle culpada – no melhor sentido da palavra – por lançar Nirvana, Soundgarden entre outros lá no começo dos anos 90). O evento trouxe Obits, METZ e Mudhoney na recém aberta Audio Club, na zona oeste de São Paulo. Entre os dias 14 e 16 de maio o festival passou por São Paulo e Goiânia e antes de desembarcar no país passou também por algumas cidades da América do Sul.

Antes de falar sobre as apresentações, devo destacar a casa de shows que foi inaugurada em janeiro desse ano. O som da casa é muito bom, o lugar é espaçoso e, principalmente, é um local de fácil acesso, a alguns metros do metrô Barra Funda.

Ao chegar na Audio, em torno das 21h, conversei com alguns amigos que já estavam lá há algum tempo e eles me relataram que os ‘produtores’ (esse foi o termo que eles usaram) estavam colocando várias pessoas de graça no festival para poder encher a casa e lucrar pelo menos com a venda de bebidas. Uma pena.

Realmente quando entrei na Audio Club haviam pouquíssimas pessoas e lá fora o movimento ainda não era dos maiores. Talvez a baixa procura por ingressos seja porque era… quinta feira. QUINTA FEIRA. Sério mesmo? Fazer um festival numa quinta feira com previsão de acabar à 1h da manhã (e que na verdade encerrou às 2h)? Isso pode explicar muita coisa.

A primeira banda a subir ao palco foi o Obits. Som bacana, mas show com apenas alguns bons momentos do meio para o final. O público recebeu bem, mas dispersava em boa parte do tempo, conversando e tirando fotos e fotos e mais fotos para postar nas redes sociais que tava curtindo muito o Sub Pop Festival (!). Bom, para resumir, posso dizer que enquanto eu via os caras só sentia vontade de ir buscar mais uma cerveja no bar e aguardar as próximas bandas. Quer ouvir o som do Obits? Então clica aqui e veja a performance dos caras na KEXP.

 

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Em seguida, o Metz sobe ao palco. O Metz. Ah, o Metz. Grata surpresa! Que show! Já tinha lido algumas resenhas e recomendações sobre a banda por aí mas preferi não criar expectativas. Som sujo, pesado, do jeito que deve ser. Sem tempo para descansar, público ensandecido. Um esquenta perfeito para a atração principal da noite, o Mudhoney. Inclusive a foto que abre esse post foi tirada durante o show dos caras e, acredite, esse foi o clima o show inteiro. Não conhece o som dos caras? Então clica aqui e arrependa-se pelo resto da vida por nunca ter ouvido Metz antes. Não precisa agradecer.

 

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

 

Enfim, Mudhoney. Assim como grande parte do público, essa não foi a primeira vez que vi o show dos caras (não sei ao certo, mas essa deve ser a terceira ou quarta passagem deles pelo Brasil). Por isso mesmo devo confessar que já vi shows melhores do Mudhoney. A banda não parecia estar tão animada como nas outras vindas ao país e especialmente Mark Arm, a princípio, não parecia mais aquele vocalista insano de outrora. O show começou morno e só a partir do clássico “Touch me I’m Sick” o público começou a se comportar da maneira esperada: dançando loucamente, muitos moshs (com direito a petinhos de fora de uma fã digamos… mais eufórica – desculpem meninos, não tenho imagens desse momento). Ah sim, finalmente aquilo era um show do Mudhoney. Se você não estava nesse planeta durante todos esses anos e ainda não conhece Mudhoney clica aqui e veja essa apresentação também lá no KEXP. Apesar do aparente cansaço da banda no começo do show, a minha opinião continua a mesma: sempre valerá a pena ver um show do Mudhoney.

 

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

 

No final, Mark Arm disse que estava muito feliz por tocar em São Paulo mais uma vez e espera que o Sub Pop Festival aconteça novamente ano que vem. Que não seja numa quinta, Mark.

Saiba o que rolou na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

 

Por Renata Quirino

Rolou na última quinta-feira a primeira edição do Sub Pop Festival (sim, aquela gravadora de Seattle culpada – no melhor sentido da palavra – por lançar Nirvana, Soundgarden entre outros lá no começo dos anos 90). O evento trouxe Obits, METZ e Mudhoney na recém aberta Audio Club, na zona oeste de São Paulo. Entre os dias 14 e 16 de maio o festival passou por São Paulo e Goiânia e antes de desembarcar no país passou também por algumas cidades da América do Sul.

Antes de falar sobre as apresentações, devo destacar a casa de shows que foi inaugurada em janeiro desse ano. O som da casa é muito bom, o lugar é espaçoso e, principalmente, é um local de fácil acesso, a alguns metros do metrô Barra Funda.

Ao chegar na Audio, em torno das 21h, conversei com alguns amigos que já estavam lá há algum tempo e eles me relataram que os ‘produtores’ (esse foi o termo que eles usaram) estavam colocando várias pessoas de graça no festival para poder encher a casa e lucrar pelo menos com a venda de bebidas. Uma pena.

Realmente quando entrei na Audio Club haviam pouquíssimas pessoas e lá fora o movimento ainda não era dos maiores. Talvez a baixa procura por ingressos seja porque era… quinta feira. QUINTA FEIRA. Sério mesmo? Fazer um festival numa quinta feira com previsão de acabar à 1h da manhã (e que na verdade encerrou às 2h)? Isso pode explicar muita coisa.

A primeira banda a subir ao palco foi o Obits. Som bacana, mas show com apenas alguns bons momentos do meio para o final. O público recebeu bem, mas dispersava em boa parte do tempo, conversando e tirando fotos e fotos e mais fotos para postar nas redes sociais que tava curtindo muito o Sub Pop Festival (!). Bom, para resumir, posso dizer que enquanto eu via os caras só sentia vontade de ir buscar mais uma cerveja no bar e aguardar as próximas bandas. Quer ouvir o som do Obits? Então clica aqui e veja a performance dos caras na KEXP.

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Obits na primeira edição do Sub Pop Festival no Brasil

Em seguida, o Metz sobe ao palco. O Metz. Ah, o Metz. Grata surpresa! Que show! Já tinha lido algumas resenhas e recomendações sobre a banda por aí mas preferi não criar expectativas. Som sujo, pesado, do jeito que deve ser. Sem tempo para descansar, público ensandecido. Um esquenta perfeito para a atração principal da noite, o Mudhoney. Inclusive a foto que abre esse post foi tirada durante o show dos caras e, acredite, esse foi o clima o show inteiro. Não conhece o som dos caras? Então clica aqui e arrependa-se pelo resto da vida por nunca ter ouvido Metz antes. Não precisa agradecer.

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Metz, a banda que fez o melhor show do Sub Pop Festival 2014

Enfim, Mudhoney. Assim como grande parte do público, essa não foi a primeira vez que vi o show dos caras (não sei ao certo, mas essa deve ser a terceira ou quarta passagem deles pelo Brasil). Por isso mesmo devo confessar que já vi shows melhores do Mudhoney. A banda não parecia estar tão animada como nas outras vindas ao país e especialmente Mark Arm, a princípio, não parecia mais aquele vocalista insano de outrora. O show começou morno e só a partir do clássico “Touch me I’m Sick” o público começou a se comportar da maneira esperada: dançando loucamente, muitos moshs (com direito a petinhos de fora de uma fã digamos… mais eufórica – desculpem meninos, não tenho imagens desse momento). Ah sim, finalmente aquilo era um show do Mudhoney. Se você não estava nesse planeta durante todos esses anos e ainda não conhece Mudhoney clica aqui e veja essa apresentação também lá no KEXP. Apesar do aparente cansaço da banda no começo do show, a minha opinião continua a mesma: sempre valerá a pena ver um show do Mudhoney.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

Mudhoney começou com um show morno, mas que no fim nos deixou com aquela sensação de que é sempre bom ver um show de Mark Arm e cia.

No final, Mark Arm disse que estava muito feliz por tocar em São Paulo mais uma vez e espera que o Sub Pop Festival aconteça novamente ano que vem. Que não seja numa quinta, Mark.

Som 2012 dos Rolling Stones – ‘Doom and Gloom’ ouça agora

Primeira inédita dos heróis e sobreviventes do rock desde 2005, Doom and Gloom é um grande som, com incrível pegada e riffs de guitarra clássicos, que pode estar com orgulho no setlist da banda, junto aos seus mega clássicos, confira !!

As novas faixas ” Gloom and Doom” (já disponivel para download no Itunes) e ” One Last Shot”, foram finalizadas pelos Stones em Paris em julho/12, e agora é aguardar pelas apresentações de fim de ano, que devem rolar em Londres e Nova York.

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Feist Tour 2012 na América do Sul

Feist 2012

Feist 2012

A cantora Feist, finalmente chega ao continente para Tour com shows em Buenos Aires (Argentina), Santiago (Chile), São Paulo e Rio de Janeiro.

Além de sensacional carreira solo, faz parte do combo canadense Broken Social Scene, e em ambos projetos, se vê a força das interpretações e composições dessa geração, que voltou a por o Canadá no mapa dos sons mais legais do planeta.

Em 2011, lançou o incensado Metals, que manteve a fama  da cantora, como artista única e adorada pelos fãs !

Confira abaixo vídeo da minha preferida – How Come You Never Go There, seguida de
uma videografia selecionada.

Tour Feist 2012 – América do Sul

ARGENTINA
18/Out – Buenos Aires – Teatro Opera

CHILE
20/Out – Santiago – Teatro Caupolican

BRASIL
22 e 23/Out – São Paulo – Cine Jóia
24/Out – Rio de Janeiro – Circo Voador

Setlist de Feist em 25/Ago/2012 – Istambul Turquia

– Undiscovered First
– How Come You Never Go There
– Mushaboom
– Graveyard
– My Moon My Man
– So Sorry
– A Commotion
– I Feel It All
– The Limit To Your Love
– The Bad In Each Other
– Get It Wrong, Get It Right
BIS
– When I Was A Young Girl
– Sealion
– Let It Die

Lenda do rock e blues, Jack Bruce (ex-Cream) chega com sua Big Blues Band em Out/12 para shows no Brasil e Argentina

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Jack Bruce – 2012

Lenda do rock e blues, Jack Bruce (ex-Cream) chega com sua Big Blues Band em Out/12, para shows na área.

Fãs do Cream, banda seminal de Eric Clapton (Guitarras), Ginger Baker (percussão) e Jack Bruce (Baixo e Voz), do Jazz/Blues e Rock em geral não podem perder as poucas apresentações do escocês Sampa, Buenos Aites e Porto Alegre, confiram as datas :

São Paulo
– 24 Out/12 – Teatro Bradesco

Buenos Aires
– 25 Out/12 – Teatro Gran Rex

Porto Alegre
– 26 Out/12 – Teatro Bourbon Country

Para quem não conhece o Cream, eles foram um dos primeiros supergrupos do Rock, e levavam multidões aos estádios o fim dos anos 60, onde um Eric Clapton ainda tímido, deixava quase todos vocais para Bruce, que por sinal sempre deu conta do recado, além de ser um baixista sensacional que brilhava no mesmo nível da genialidade dos parceiros de banda.

Formação da Banda – Jack Bruce 2011

Jack Bruce – Vocais / Baixo / Piano, Tony Remy – Guitarras, Frank Tontoh – Bateria, Paddy Milner – Piano, Nick Cohen – Baixo, Winston Rollins – Trombone, Derek Nash – Tenor Sax e Paul Newton – Trompete.

Confiram a forma incrível do cara em plena atividade e abaixo o clássico Sunshine of your love com o Cream em seu clássico concerto de despedida…

Setlist de Mr. Bruce e referência para os shows na América do Sul
Jack Bruce no Ronnie Scott’s Jazz Club, Londres / UK

– Cold Shot
– Go to the Mardi Gras
– Can You Follow?
– You Burned the Tables on Me
– Neighbor, Neighbor
– Child Song
– Weird of Hermiston
– Folksong
– Theme For An Imaginary Western
– Born Under a Bad Sign
– We’re Going Wrong (Cream )
– Deserted Cities of the Heart
– White Room (Cream)
– Sunshine of Your Love (Cream)

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Jack Bruce em pé ao fundo com a lendária banda Cream

A adoração sem limites aos Stone Roses

Stone Roses 2012 – Lisboa

Quando uma banda ícone de uma geração retorna após tanto tempo, duas coisas certamente acontecem, de um lado uma comoção generalizada entre os fãs, que se mobilizam (como eu…) e buscam reviver a época onde cada canção mostrava um novo caminho, e de outro lado a chata mídia especializada, que aproveita o revival para ver todos defeitos e relativizar a volta.

Não foi diferente no caso dos Stone Roses, banda que mudou definitivamente o pop rock britanico na virada dos anos 80 para os 90, injetando inconseqüência e ritmos dançantes em cada single, abrindo caminho para o britpop de bandas como Oasis, Primal Scream, Charlatans, Supergrass e tantas outras.

Na real o mal humor da mídia com a banda não se justifica, Mani e o batera Reni fazem do show uma autêntica Rave, mostrando o que é GROOVE, dando uma aula de como fazer o rock dançar.

Chris Squire é o maior guitarrista de sua geração, redefiniu de vez o estilo de tocar, e mais que um virtuose, o cara põe sua técnica e criatividade a serviço da estética e do bom gosto. No show, tocou os clássicos nota por nota, com presença e estilo, parecia o mais feliz dos quatro e nos poucos momentos de improviso, como em “I am the ressurrection”, mostrou ao que veio e citou Beatles, Hendrix e Stones, o que já valeu show.

Ian Brown é o cara, não se fez de rogado e surpreendeu pela energia no palco, caras, bocas, estilo e uma inacreditável marra… Entrou com jaqueta esportiva da Etiópia, e manteve o figurino à mão com um mancebo ao lado da bateria (Style), onde com muita classe foi trocando de peças e guardando os presentes recebidos pelo público.

Ian deu um puta show, e mostrou aos Gallangher’s da vida, que além da marra gigante, um vocalista tem que saber mexer com o público…o cara usou todo palco, desceu na pista e fez as macaquices padrão de um concerto mega, com mesuras à Portugal e aos estrangeiros presentes (mais de 8.000 ingleses).

Agora… Falar que ele desafinou no show é coisa de quem não conhece as músicas dos Roses, e fora um ou outro escorregão, os tons e afinações das canções tem dinâmicas próprias, onde o arranjo contempla Ian Brown + Reni (2a. voz), e ao vivo a dupla que em teoria se odeia, fez vocalizes legais e deu ao show o clima dream pop necessário para a viagem.

Em 01 hora e 40 minutos, quase sem descanso entre os sons, os caras fizeram show histórico, repleto de pontos altos como I wanna be adored, Don’t Stop, She bangs the drums, Made of Stone e 20 story love song.

Sou mesmo super fã e confesso que ver o show no complexo de Alges, bem ao lado de Lisboa foi um privilégio, ainda mais com a impressionante estrutura montada para o Optimus Alive 2012, onde o público teve acesso a inúmeras alternativas de alimentação, bares, relaxamento, diversão e banheiros, tudo funcionando num espaço com 3 palcos e shows simultâneos. O festival é super recomendado… E rola todo ano em julho, teve nesse ano shows como LMFO #fui, The Cure, Refused #fui, Tricky, Mazzy Star, The Kooks, Dum Dum Girls #fui, Snow Patrol #fui e Radiohead entre outras.

Quer saber… Mesmo que por alguns momentos, os Stone Roses voltaram a ser a maior banda do mundo, e conquistaram o diverso público local, com o poder dançante da alquimia sônica que de Manchester conquistou o mundo.

Setlist Stone Roses 13/jul/2012 – Alges – Lisboa – Portugal

I Wanna Be Adored , Mersey Paradise , (Song for My) Sugar Spun Sister , Sally Cinnamon , Ten Storey Love Song , Where Angels Play , Shoot You Down , Fools Gold , Something’s Burning , Waterfall , Don’t Stop , Love Spreads , Made Of Stone , This Is the One , She Bangs The Drums , I Am The Resurrection

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O cara ! Ian Brown !!

Robert Plant em Mega Tour na América do Sul em 2012

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A voz lendária do Led Zeppelin, retorna à América do Sul para shows em Outubro e Novembro de 2012 com sua banda The Sensacional Space Shifters.

Robert Plant ao vivo solo em 94 e com o projeto Plant and Page em 96, e o cara detona sempre… e agora quase 20 anos depois parece estar ainda mais em forma.

Nos últimos 10 anos, gravou discos incríveis e se consagrou como solista, mais que ex-cantor do Zeppelin, Plant virou um artista daqueles singulares, com longa e rica carreira, transitando do Hard Rock ao Country, do Blues ao Pop e do Folk ao Metal num só artista.

Tour 2012 – South America

BRASIL
– 18 de outubro no Rio de Janeiro (HSBC ARENA / Live Music Rocks),
– 20 de outubro em Belo Horizonte (Expo Minas),
– 22 de outubro em São Paulo (Espaço das Américas),
– 25 de outubro em Brasília (Ginásio Nilson Nelson),
– 27 de outubro em Curitiba (Teatro Guaíra) ,
– 29 de outubro em Porto Alegre (Gigantinho),

ARGENTINA
– 01 e 02 de Novembro -Buenos Aires (Luna Park )
– 04 de Novembro – Córdoba – (Orfeo Superdomo)

CHILE
– 07 de Novembro – Santiago – (Arena Movistar)

PERU
– 09 de Novembro – Lima – Jockey Club

Garimpando na Net achei Mr.Plant ao vivo em “Going to Califórnia” ao vivo no Rio de Janeiro no Hollywood Rock 1994 …

E para quem vai no Show, o Setlist de Robert Plant – Dia 11/AGO no Sunflower Blues Festival, em Clarksdale,MS, USA

– Fixing to Die
– Tin Pan Valley
– 44 (Howlin’ Wolf cover)
– Friends (Led Zeppelin )
– Spoonful (Howlin’ Wolf )
– No Bad News (Patty Griffin)
– Standing (Patty Griffin)
– Bron-Y-Aur Stomp (Led Zeppelin)
– Somebody Knocking
– Black Dog (Led Zeppelin)
– Down to the Sea
– I’m Your Witchdoctor (John Mayall & The Bluesbreakers cover)
– Who Do You Love / Whole Lotta Love / Steal Away / Bury My Body

Bis

– Gallows Pole (Led Zeppelin)

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Os cinco melhores shows da minha vida

Por Renata Quirino

Ver os shows das minhas bandas favoritas sempre foi uma das coisas que eu mais gostei de fazer. Faço isso regularmente desde os meus 13 anos de idade. Já vi todos os tipos de shows, de todos os tipos de banda que você puder imaginar: punk, metal, rockabilly, ska, reaggae, indie, blues, samba. Na rua, em clubes minúsculos, em festivais, em boteco. Adoro fazer isso e acho que nunca deixarei de apreciar um bom som ao vivo, seja pra dançar, cantar junto com a banda ou curtir o show inteiro na minha, tomando uma cerveja. É ao vivo que nós realmente sabemos o quão bom é o artista em questão. É no palco que tudo acontece.

O primeiro show da minha vida foi do finado Ira!. Tinha 13 anos de idade e os caras iam fazer um show de graça no estacionamento de um shopping na zona leste de São Paulo, região onde moro. Como era de se esperar, o lugar estava cheio. Fui com dois primos e, como também era de esperar, eu logo me separei deles porque queria mesmo era curtir o show lá da grade e cantar todas as músicas com Nasi e cia.. O Ira!, principamente naquela época, era uma das minhas bandas brasileiras favoritas e por ser o primeiro show da minha vida, estava duplamente feliz naquele momento. Foi a primeira vez que eles tocaram ao vivo a versão de “Bebendo Vinho”, de Wander Wildner, algo que me deixou ainda mais apaixonada, já que eu era muito fã do Replicantes e da carreira solo do malucaço do Wander.

Dali por diante ver todos os shows que aconteciam era minha meta de vida: não queria perder nada. Até bandas que eu não gostava eu assistia. Vício. Claro que isso é uma missão impossível principalmente para quem vive em São Paulo, com dezenas de shows pipocando pela cidade todos os dias. Mas se minha banda favorita ia fazer um show, não importa o lugar, sozinha, com o namorado ou com os amigos, com certeza eu estaria lá. E assim sou até hoje – em menores proporções, claro.

O Brasil entrou definitivamente no mapa de shows internacionais. Muitos festivais, Estádio do Morumbi, clubes como Cine Jóia, Beco 203, Inferno Club entre outros trazem mensalmente dezenas de shows financeiramente humanamente impossíveis de acompanhar.

Depois de alguns anos vendo minhas bandas favoritas tocando por aqui, resolvi fazer uma lista com os cinco melhores shows da minha vida. Os mais marcantes, os que eu mais esperava, os que eu nunca pensei que fosse ver na minha vida. Deixei de lado muitos shows, como por exemplo Dinosaur Jr. no extinto Comitê Club na Augusta ou Lurkers no Hangar 110, mas são esses que me trazem mais lembranças. Enfim, essa é a minha lista. Faça a sua também.

Sepultura

Sepultura foi a banda que mudou a minha vida. Quando ouvi o disco Chaos A.D. pela primeira vez, não pensava em outra coisa que não fosse voltar da escola correndo e ouvir a trinca “Refuse/Resist”, “Territory” e “Slave New Wolrd” ininterruptamente. Me tornei fã na hora. Fã no sentido mais literal que você possa imaginar: comprei todos os discos (inclusive os B-sides), tinha pôster pendurado no quarto, frequentava o fã-clube que ficava na Galeria do Rock. Quando conheci a banda, Max Cavalera tinha acabado de sair do grupo, então já peguei a fase com Derrick Green. A primeira vez que vi a banda foi no Sepulfest em 2004, no Espaço das Américas. Várias participações especiais – Nação Zumbi foi a minha favorita -, setlist com todos os clássicos e eu lá, cantando (!) com a banda do início ao fim.

Stooges

Quando era adolescente, punk rock era um dos meus sons favoritos. MC5, New York Dolls, Ramones e Clash eram as prediletas. Mas acima de todas essas, tinha os Stooges. E ter o prazer de um dia ver a banda de Iggy Pop ao vivo era algo que realmente não passava pela minha cabeça, era incrível demais pra ser verdade. Até que um belo dia o Claro Que É Rock, festival que infelizmente teve apenas uma edição, anunciou no line-up uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Mal podia acreditar que estava prestes a ver o mito. Insano, caótico, transgressor, divertido, histórico. Essas palavras resumem bem o que foi The Stooges em 2005.

Faith No More

O Faith No More entra para o top Five de bandas favoritas de todos os tempos. É aquela banda que eu nunca canso de ouvir. Assim como todos os projetos de Mike Patton como Mr. Bungle, Fântomas (que inclusive tocou no Claro Que É Rock que teve Stooges no line up), Tomahawk, Mondo Cane (que tocou no último Rock in Rio no Brasil), enfim, a lista de bandas paralelas de Mike, como vocês devem saber, é longa. Por incrível que pareça, a primeira vez que vi o Faith No More ao vivo foi no último SWU, em 2011. Apesar de todas as vindas da banda ao Brasil, nunca tive oportunidade de ver; sempre acontecia alguma coisa. Mas dessa vez não. Fiquei ali na grade por 6 horas esperando a banda tocar, extremamente ansiosa, contando as horas. Palco maravilhoso (todo branco, com flores por todo lugar), uma bela introdução da banda, o início com “From Out Nowhere” e Mike Patton lindo como sempre com uma presença de palco incrível. Inesquecível.

Buzzcocks

Eu sempre amei o Buzzcocks. Vi a banda umas três vezes e sou completamente apaixonada pelos caras. Meu show favorito foi na Clash Club, em novembro de 2010. A casa estava cheia e a noite teve abertura do Adolescents (do qual pensei que não fosse sair viva). Como sempre, Steve Diggle e Pete Sheley esbanjaram simpatia e muita energia no palco e tocaram todos os hits fofos do Buzzcocks para aquela galera ensandecida. No fim consegui falar com a banda (na verdade os próprios caras vieram falar com a gente) e foram tão humildes, tão incríveis, tão amáveis, que aconteceu o que eu já imaginava: tornei-me mais fã ainda, voltei pra casa e coloquei “Another Music In A Different Kitchen” no volume 10.

Cavalera Conspirancy

Como disse no tópico sobre o show do Sepultura, conheci a banda na fase Derrick Green. Acho Derrick um vocalista incrível, que não fica devendo em nada Max Cavalera, mas, como todo fã do Sepultura, ainda sonho em ver a banda na sua formação clássica. Acredito sinceramente que isso seja algo impossível, mas esse sonho “quase” se realizou no SWU 2010: ao sair do Sepultura em 2006, Igor Cavalera fez as pazes com o irmão Max e formou uma nova banda com o cara, o Cavalera Conspirancy. O primeiro disco deles é aquele o thrash metal da época do Arise e Chaos A.D, sem aquele lance de “música brasileira” à exaustão como Max vinha fazendo com o Soulfly e nem experimental demais como o Sepultura fez em alguns de seus últimos discos. E, para minha surpresa, os Cavaleras foram atração no SWU 2010. Ver um “quase” Sepultura ali tocando alguns dos clássicos da banda como “Refuse/Resist” e “Territory” foi histórico.

Beach Boys ao vivo com Brian Wilson – O Show do Ano!

Este blog vem comentando sobre os grandes retornos de bandas clássicas como Stone Roses, Van Halen, Black Sabbath e Soundgarden… mas quando vi que nosso colega Claudio Hernandez estava na California na missão de conferir os Beach Boys em formação clássica com o fundador e líder Brian Wilson, saquei que, por inúmeros motivos, esse era o show de retorno do ano, afinal a história do rock seria outra sem os seminais Beach Boys.

A banda é esperada no segundo semestre na América do Sul e os boatos de shows no Peru e no Chile são fortes, mas ninguém garante que serão shows com a formação clássica atual, que além de Brian Wilson, conta com Mike Love (que detém o nome e excursiona com músicos contratados como Beach Boys), Al Jardine, Bruce Johnston e David Marks.

A polêmica está lançada,  causando desconforto entre os membros originais… mas sem interromper o tour… veja mais sobre o Buzz no link da Rolling Stone gringa… vamos ao show !!

VALEU CLAUDIO !! (Segue o post original e fotos na íntegra)

Achei que o show está entre os 5 melhores que já vi, pela importância da banda (influenciou até Paul McCartney), pela surpresa com a boa forma vocal, com o pique deles e com 80% da platéia ter mais de 70 anos. Muito legal!

Claro que  Brian Wilson não está na sua melhor forma, foram anos de internação e sua volta, lúcido e produtivo, já vale muito. O eterno líder dos Beach Boys teve de entrar e sair acompanhado por alguém segurando no seu braço. Mas Brian ainda tem a velha garra e cantou uma canção 100% sozinho, mostrando que sua disposição continua em dia. Não levantou do piano e nem precisou.

A banda contou com diversos músicos de apoio, o que, na plateia, não deu para perceber direito quem estava cantando. A performance da banda foi muito fiel às canções originais.

O set list foi de nada menos que 40 canções! O show durou mais de 2 horas!

No dia seguinte, eles iriam para Los Angeles, por lá, já estava sold out desde o final de 2011. LA foi a primeira cidade a esgotar os ingressos.

O palco do show de San Francisco foi no incrível  Greek Theater da Universidade Berkeley, um campus maravilhoso, também com lugares esgotados. Memorável!

SETLIST – The Beach Boys Setlist at Greek Theatre, Berkeley, CA, USA – Jun 1

  •       Do It Again
  •       Little Honda
  •       Catch a Wave
  •       Hawaii
  •       Don’t Back Down
  •       Surfin’ Safari
  •       Surfer Girl
  •       Please Let Me Wonder
  •       Marcella
  •       Kiss Me, Baby
  •       Disney Girls
  •       Then I Kissed Her (The Crystals cover)
  •       Isn’t It Time
  •       When I Grow Up (to Be a Man)
  •       Why Do Fools Fall in Love (Frankie Lymon & The Teenagers cover)
  •       Cotton Fields (Lead Belly cover)
  •       It’s OK
  •       Be True to Your School
  •       Ballad of Ole’ Betsy
  •       Don’t Worry Baby
  •       Little Deuce Coupe
  •       409
  •       Shut Down
  •       I Get Around

Parte 2

  •       Add Some Music to Your Day
  •       California Saga: California
  •       Sloop John B
  •       Wouldn’t It Be Nice
  •       I Just Wasn’t Made for These Times
  •       Sail on, Sailor
  •       Heroes and Villains
  •       In My Room
  •       All This Is That
  •       That’s Why God Made the Radio
  •       Forever
  •       God Only Knows
  •       Good Vibrations
  •       California Girls
  •       Dance, Dance, Dance
  •       Help Me, Rhonda
  •       Rock and Roll Music (Chuck Berry cover)
  •       Do You Wanna Dance? (Bobby Freeman cover)
  •       Surfin’ USA

BIS

  •       Kokomo
  •       Barbara Ann (The Regents cover)
  •       Fun, Fun, Fun

Stone Roses em Barcelona (A volta do Ano!!)

Stone Roses - Barcelona 2012

Stone Roses – Barcelona 2012

Ok essa é para quem curte muito Brit Pop e/ou viveu a segunda metade dos anos 80 intensamente… como parece ser o caso do blogueiro em questão… mas para amenizar a ansiedade de ver os Stone Roses em Portugal no Optimus Alive 2012… segue vídeo do show de Sexta (08/Jul) dos caras em Barcelona … Amazing !!

The Stone Roses Setlist – Razzmatazz, Barcelona – Espanha (08/Jun/2012)

  • I Wanna Be Adored
  • Sally Cinnamon
  • Mersey Paradise
  • Ten Storey Love Song
  • Where Angels Play
  • Shoot You Down
  • Waterfall
  • Fools Gold
  • Standing Here
  • She Bangs The Drums
  • Made Of Stone
  • This Is the One
  • Love Spreads

BIS

  • I Am The Resurrection

Clique aqui, e veja mais vídeos e informações do show direto do Blog Live Stage.

The Mission comemorando 25 anos na América Latina

Com a volta da formação clássica dos 80´s  – Wayne Hussey (vocal), Craig Adams (baixo), Simon Hinkler (guitarra) e o batera Mike Kelly, os ingleses do The Mission voltam ao Brasil pela terceira vez…

The Mission nos 80´s

The Mission nos 80´s

Ví a banda em pleno auge em 1988, no finado Projeto SP na Barra Funda, onde após grande bebedeira e show cancelado, os caras deram show extra histórico, com a mulherada dançando no palco e quase 2,5 horas de apresentação, quem foi como eu … Nunca mais se esqueceu da apresentação… que acabou com os caras mandando 1969 dos Stooges, em show energético, pesado e inspirado…

… mas já nos anos 2000… ví um grupo velho, cansado e em show burocrático no Via Funchal … uma lástima… mas pelo visto a comemoração de 25 anos de carreira da banda, vem em grande estilo, com os caras tocando com formação original e tudo… A Conferir ….

Para a apresentação os fãs podem contar com os grandes sucessos oitentistas da banda como “Tower of Strength”, “Severina” , “Stay with Me” e “Butterfly on a Wheel”.

Formada em 1985, quando Hussey e Adams saíram dos Sisters of Mercy, o The Mission já chegou ao mercado com grande expectativa, pavimentando o caminho para o sucesso mundial, com a mesma pegada soturna dos Sisters, mas com maior lirismo e pegada pop que a banda de Andrew Eldritch.

The Mission Setlist no Fuzz Club – Atenas / Grécia em 04/Nov/2011

  • Beyond The Pale
  • Hands Across The Ocean
  • Serpents Kiss
  • Naked And Savage
  • Garden Of Delight
  • Severina
  • Butterfly On A Wheel
  • Sacrilege
  • Wake
  • Wasteland
  • The Crystal Ocean
  • Deliverance

BIS

  • Like A Child Again
  • Like A Hurricane (Neil Young cover)
  • Tower Of Strength

BIS 2

  • Blood Brother
  • 1969 (Iggy & The Stooges cover)

TOUR AMÉRICA LATINA – 25 Anos de Banda

PERU – 23/Maio – Lima
CHILE – 24/Maio –  Santiago
ARGENTINA – 26/Maio – Buenos Aires
BRASIL – 27/Maio – São Paulo – Cine Jóia
MÉXICO – 02/Jun – Mexico City

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VIDEOGRAFIA SELECIONADA – THE MISSION

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