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Para quem gosta de ver e ouvir ao vivo – Blog & Podcast

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Discoteca Obrigatória – The Queen is Dead – The Smiths

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The Smiths em 1986

Os anos 80 é considerado por muitos como a década perdida por não contar com bandas definitivas como os Beatles, Stones, Zeppelin ou Pink Floyd. Na real, quem pensa assim, ficou surdo e não sacou o quanto os eighties foram ricos e diversos.

Verdadeira encruzilhada na história do rock, a onda sônica oitentista foi da New Wave of British Metal à cena Thrash da Califórnia, da renovação do som black (do pop/funk de Prince ao RAP engajado do Public Enemy) para a World Music terceiro mundista. Quem acompanhou de perto, foi pego mesmo pelo pós-punk inglês e pelo college rock americano, que gerou bandas como Gang of Four, Siouxsie & the Banshees, Husker Du, PIL, Echo and the Bunnymen, Replacements, Joy Division, New Order, The Cure, New Model Army, Pixies, todas com sons que deram a face mais original ao movimento e geraram uma cena que atingiu o mainstrean com U2, REM, Depeche Mode, Simple Minds e outros.

No meio disso tudo, ainda havia o The Smiths. A banda vinha, single após single, mostrando originalidade, lirismo e uma estética própria, definida pelo caráter ímpar do cantor e letrista, o sempre mordaz Morrissey e seu melhor parceiro musical, Johnny Marr, guitarrista de passagens tão criativas e desafiadoras em The Queen is Dead, que deixou hordas de guitarristas curiosos, em busca dos inovadores timbres, efeitos, acordes e afinações.

Com o disco, a banda conquistou o mundo, mas implodiu já no álbum seguinte, Strangeways Here We Come. Quando os moleques de Manchester surtaram à beira do sucesso mainstrean e optaram pela integridade. Com isso, garantiram não só o legado das canções, mas principalmente uma aura mítica que se retroalimenta a cada geração.

Por isso mesmo, The Queen is Dead é para se ouvir de ponta a ponta, compre ou baixe, tanto faz, só não deixe de curtir ao máximo.

Logo na primeira e homônima faixa, eles já mostram como são filhos diretos do punk rock. Marr toca raivosamente e a cozinha faz seu melhor trabalho em estúdio, com Rourke e Joyce mostrando muita pegada. O  baixo e a batera criam o clima para o bardo de Manchester  mostrar em lindos versos a decadência e o anacronismo gigantesco da monarquia.

Genial, um clássico instantâneo.

E para quem queria um som para cantar junto, com levada e melodia, Frankly Mr.Shankly era o som certo, aquilo que se esperava dos Smiths, mas o melhor ainda estava por vir. Para o desavisado, I Know it’s Over pode parecer uma simples balada, mas ali encontramos a doce ironia de Morrissey, em seguida, Never Had no One Ever deixa o clima pronto para fechar o lado A, com a batida perfeita de Cemetery Gates, que cita poetas e escritores mortos… “Keats and Yeates are on your side, while Wilde is on mine…”, o próprio cantor eterniza a comparação com Oscar Wilde, mais uma de suas grandes sacadas.

Lado B, e putz … a coisa ficou séria, quer um mega hit, vamos então com dois, e aproveitar a ocasião para se auto  imolar em público na pesadona Bigmouth Strikes Again em que o bocarra é o próprio cantor. Na seqüência, com The Boy With The Thorn In His Side, temos pura poesia, daquelas que você só fica feliz mesmo ao entender a letra. Pronto! Mais um clássico absoluto.

E se o disco começa com pau na Rainha, em Vicar in a Tutu, detona-se a igreja e, em especial, os párocos, com uma melodia simples, que nunca foi um hit, mas é perfeita para o balanço do álbum.

Mas se o disco tivesse somente a romântica There’s a Light that Never Goes Out, garanto que já seria um clássico. Foi a melhor combinação de letra e melodia da década, tudo na maior sonzeira… preferida de muitos e que ainda hoje todo universo indie tenta copiar sem sucesso, afinal… era de verdade, não tinha MTV e os clipes da época todos low budget e desmistificadores. FODA !

O rock simples e hipnótico de Some Girls are Bigger Than Others fecha de forma perfeita o disco, despretensiosa e simples, parece uma mantra roqueiro e alegremente fecha esse grande trabalho, o mais básico e essencial dos Smiths.

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Tributo MTV: Legião Urbana com Wagner Moura

Antes que atirem pedras!

Bom, eu particularmente nunca fui um grande fã de Legião Urbana, talvez pela minha idade, eu não vi o AUGE da banda, não vivi e respirei a religião que foi a Legião para os fãs dos anos 80, que na época era sem nenhuma competição a maior banda do país, a que trazia em cada show o maior público e a que mais vendia discos. Assisti ao show da Emeteve (MTV) em tributo a banda, e em meio a polêmicas sobre Wagner Moura no vocal, escolha de músicas e até mesmo polêmicas do próprio evento eu venho aqui no ViShows dar os meus pitacos e opiniões absolutamente pessoais.

Primeiro vamos falar do vocalista? Capitão Nascimento nos vocais do tributo, ainda não consegui entender se foi um fã no palco realizando um sonho ou se foi uma jogada de marketing para atrair o público.

Se for um fã o papel dele foi perfeito, desafinado como todo mundo que canta Legião Urbana e não é o Renato Russo, porém com muita emoção, empolgação e acima de tudo uma vontade enorme de estar naquele palco, histórico para o próprio Wagner Moura.

As críticas sobre ele cantando não procedem em minha opinião, não há hoje um vocalista que fosse entrar e representar absolutamente bem como ele fez, o lado ator felizmente é mais talentoso que o vocalista, e Wagner Moura dançou desengonçado como Renato Russo, correu, pulou, chorou e olhou para o céu sem acreditar na noite que estava tendo.

As críticas ao vocalista para mim são besteiras, deve-se criticar a escolha dos integrantes que poderiam ter procurado outro cara para cantar, porém parece que a necessidade de capitalizar esse show era muito grande para Dado e Bonfá, e nesse quesito Wagner Moura trouxe a publicidade que eles queriam, mas vamos lembrar que Renato Russo era um humano, que cantava e as vezes desafinava, era um grande vocalista, mas ontem teria se desesperado com as inúmeras falhas de som que prejudicaram o vocal de Wagner Moura e até mesmo o resto da banda.

Me pergunto também se depois de tanta polêmica eles acertaram em colocar Rodrigo Favaro como baixista, será que não seria o dia de chamar Renato Rocha e colocar ele para tocar uma ou outra música? Nem que fosse somente para dar uma ajuda para o cara e reduzir a polêmica? Mostrar para as pessoas que atitudes são mais valiosas do que letras de música, eles se dando bem ou não, compaixão e apoio para um cara que viveu uma época tão importante da vida deles seria uma demonstração importante de caráter, afinal muitas músicas como “Ainda É Cedo”, “Daniel na Cova dos Leões”, “Quase Sem Querer” e “Mais do Mesmo” são assinadas por ele. Aliás parabéns ao pessoal do programa Pânico, apesar de eu não gostar muito do programa, eles fantasiados estavam engraçados demais.

Agora vamos ao que conhecemos do Legião Urbana e algumas contradições, Renato Russo sempre rejeitou convites para a Legião Urbana se apresentar em festivais. Fez isso na primeira edição do Hollywood Rock, em 1988, pois não iria se apresentar num “evento capitalista”, patrocinado por grandes empresas, soava incoerente para o vocalista que não queria cantar com o nome de uma marca de cigarros atrás da banda, essa forma de pensar era o maior legado de Renato Russo. Fazer uma homenagem não é o erro, o problema de tudo isso está logo abaixo.

Uma homenagem elitista para um cara que não funcionava dessa maneira, uma homenagem que custou R$200,00 o ingresso e teve como objetivo gravar um DVD e ser um assunto falado por aí, esse para mim foi o maior problema desse tributo, independente da falta de técnica ou até de voz mesmo de Wagner Moura nos vocais que se compreendeu e se colocou ali como um grande fã, independente das falhas de som grotescas que não acontecem nem nas noites de sabado no Café Aurora, o Karaokê gigante do Legião Urbana tinha que ser realizado para o povo, um show aberto em um local como o Parque do Ibirapuera, tenho certeza que a aura da banda iria atingir mais gente e faria um show muito mais emocionante.

Nem vou falar sobre os patrocínios para a realização do show…para quem quiser conferir um trecho do show segue o vídeo abaixo:

Billie Blade é um Ogro louco, escreve no ViShows e no Cerveja com Ogros, nerd, blogueiro, agente de viagens, maníaco por jogos e videogames, cervejeiro e nunca foi fã do Legião Urbana.

Amigos Invisíveis com Edgard Scandurra no Sesc Santo André

Scandurra

O guitarrista, compositor e cantor Edgard Scandurra finalmente aparece solo e lançando seu primeiro DVD – “Amigos Invisíveis, 20 anos”, com sons dos discos solo “Dream Pop”, “Amor Incondicional” e “Amigos Invisíveis” além de canções da época do Ira!.

No DVD rolaram participações de Fernanda Takai, Bárbara Eugênia, Jorge Du Peixe, Charlie Crooijman e Guilherme Arantes, com banda formada por Dustan Gallas (teclado), Felipe Maia (bateria) e Daniel Scandurra (baixo), além das cantoras Juliana R. e Marisa Brito nos backing vocals.

Após 26 anos de Ira!,  Edgard Scandurra mostra a força de seu talento e canções que marcaram época como “Tolices”,  “Meu Mundo e Nada Mais”, “Você Não Sabe Quem Eu Sou” e principalmente a oitentista “Abraços e Brigas”.

Como sempre o talento guitarristico do músico é sempre uma atração à parte, em especial pela pegada e estilo de tocar com as cordas invertidas, que dão uma sonoridade própria ao trabalho de Edgard, sempre considerado um dos melhores músicos do país.

Onde, como, quando e quanto ?

Sexta – dia 27/Mai21 hrs, no Sesc Santo André (SP) – Entradas : R$ 16,00 [inteira], R$ 8,00 [1/2 entrada] e R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes].

Confiram vídeo promocional do DVD como aquecimento para o show no Sesc !!

A volta dos Mulheres Negras no Auditório Ibirapuera

Mulheres Negras (80´s)

Eu devo ter visto os caras mais de 4 / 5 vezes nos anos 80/90, época em que a 3a.Menor Big Band do Mundo lançou os discos “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990).

O tempo passou, mas nenhum dos projetos da dupla André Abujamra (Karnak) e Maurício Pereira chegou a ter o impacto do sonoro e cênico dos Mulheres Negras.

Esse show deve ser bem legal e boa dica para curtir o 1° de maio em pleno domingão… tomara que a “volta” seja prá valer e possamos contar com a inteligência da dupla nos palcos da vida.

Quando, onde e como: Domingo – 1° de maio – 19h – Auditório Ibirapuera
Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)

ASIA chega para shows na América do Sul (Mai/11)

O pop-rock progressivo oitentista do ASIA, chega ao Brasil e América do Sul, em comemoração de 25 anos do clássico álbum “ASIA”.

ASIA

ASIA 2011

A banda formada em 1982 com ex-integrantes de vários super grupos como Yes e ELP, chega com formação clássica (John Wetton, Geoff Downes, Steve Howe e Carl Palmer) e sucessos como ‘Heat of the Moment’, ‘Only Time Will Tell’ e ‘Don´t Cry’.

ASIA South America – 2011

Chile
20/Mai – Santiago –Teatro La Cupula

Argentina
21/Mai – Buenos Aires – Teatro Colegiales

Brasil
22/Mai – HSBC Arena, São Paulo, Brasil

Colômbia
24/Mai – Teatro Metropol, Bogotá, Colombia

Venezuela

26/Mai – Anfiteatro Sambil, Caracas

VEJAM OS CARAS EM 2010 nesse vídeo/fã !!

Human League em Show único em Sampa (06/Abr/11)

Human League - 2011

Human League - 2011

A banda inglesa de Sheffield, chega para apresentação única em São Paulo no próximo dia 06/Abril/2011, e como referência obrigatória do som eletrônico dos anos 80, o The Human League promete uma apresentação incrível.

Liderada por Philip Oakey (membro original) acompanhado pelas cantoras Susan Ann Sulley e Joanne Cathrall, a banda chega com trabalho novo “CREDO”, que pode ser adquirido online – confira aqui, mas não vai esquecer dos seus Mega Hits !!

VIA FUNCHAL – Ingressos de R$ 120,00 a R$ 200,00.

Confiram a Videografia selecionada da banda, com a nova “Night People” e os clássicos “The Lebanon“, “Human” e a mega “Don´t you want me“.

Cyndi Lauper de volta ao caminho do Sul – FEV e MAR/2011

Quem aprendeu o caminho da América do Sul e deve estar recebendo bem e em dia é a ex-maluca e sempre Lady-BOP Cyndi Lauper… Sim leitores, esse blogueiro viu CL nos 80 com o som ruim do Ginásio do Ibirapuera e pendurado na arquibancada !

CYNDI LAUPER no Brasil

Tenho a impressão que vou manter o show da época no memória… mas se ela começar a vir todo ano… em 2012 … EU VOU… Prometo !!

O show deve ser legal mesmo, pois é uma super cantora e tem um repertório variado e cheio de Hits, fora que está em boa fase com o disco Memphis Blues só de clássicos do estilo, mostrando sua força vocal aos 58 aninhos.

Confiram as datas do TOUR BRASIL, ARGENTINA e CHILE 2011

BRASIL
Recife – 19/Fev – Chevrolet Hall
Rio de Janeiro – 20/Fev – Vivo Rio
São Paulo – 22 e 23/Fev – Via Funchal
Goiania – 25/Fev – Atlanta Music Hall
Cuiabá – 26/Fev – Centro de Eventos Pantanal
Brasília – 27/Fev – Centro de Convenções
Porto Alegre – 01/Mar – Teatro Bourbon

ARGENTINA
Buenos Aires – 03/Mar – Teatro Gran Rex

CHILE
Santiago – 05 e 06/Mar – Teatro Caupolicán

Vejam o Setlist do show que fechou o ano de Cyndi e que serve de referência para os shows na América do Sul.

1 – Just Your Fool, 2 – Shattered Dreams, 3 – Early In The Mornin’, 4 – Hound Dog (Big Mama Thornton),
5 – Romance In The Dark, 6 – How Blue Can You Get, 7 – Down Don’t Bother Me, 6 – Down So Low, 7 – Crossroads, 8 – Rollin’ And Tumblin’, 9 – Don’t Cry No More

BIS

10 – Lead Me On, 11 – Change Of Heart, 12 – Girls Just Want To Have Fun (Incidental I´ll Take You There),
13 – She Bop, 14 – Feels Like Christmas, 15 – Three Ships, 16 – Minnie and Santa, 17 – Shine, 18 – Time After Time, 19 – Mother Earth, 20 – In the Bleak Midwinter, 21 – True Colors.

Simple Minds confirma apresentação em Sampa – 17/AGO no Via Funchal

Simple Minds

Após desencontros em 2009… quando o Simple Minds chegou a anunciar shows por aqui, agora é oficial, pois tanto o site da banda escocesa quanto o Via Funchal confirmam o único show na América do Sul desse clássico grupo dos anos 80, que liderados por Jim Kerr, rivalizou no cenário pop com o U2 e mesmo sem o sucesso dos contemporâneos irlandeses, se mantém relevantes, atraindo audiencias no mundo todo.

17 de Agosto de 2010 – São Paulo – Via Funchal

Sintam o Set list da banda no fim de 2009 em Glasgow e que serve de referência para o Show no Brasil … Curte o som galera !!

  • Theme for Great Cities
  • Sanctify Yourself
  • Stars Will Lead The Way
  • Waterfront
  • Big Sleep
  • Life in a Day
  • All The Things She Said
  • See The Lights
  • Moscow Underground
  • Real Life
  • Sons And Fascination
  • The American
  • In Trance as Mission
  • Someone Somewhere in Summertime
  • Once Upon a Time
  • One Step Closer
  • Don’t You (Forget About Me)
  • Promised You A Miracle
  • Glittering Prize
  • New Gold Dream
  • BIS
  • Neon Lights
  • Rockets
  • Alive and Kicking
  • BIS:
  • Chelsea Girl
  • Ghostdancing

Review – Guns and Roses – Palestra Itália dia 13/03/2010

Salve galera do ViShows! Muita puxação de saco rolou nos últimos dias aqui em São Paulo, antes, durante e depois do show do Guns and Roses. Tivemos que ouvir frases como “Ainda é a banda mais perigosa do rock” e outros que afirmaram que a voz de Axl Rose não mudou em 50 mil anos, mas nem tudo isso é verdade…

A grande verdade é que esperar mais de três horas pelo começo do show foi uma sacanagem sem sentido, uma frescura já vista muitas vezes, mais comum quando um artista está no auge e não quando ele tenta recuperar o tempo perdido.

No mesmo bom e velho palco de sempre, com muitas luzes e instrumentos, o Guns tocou uma setlist de respeito, usou e abusou do Chinese Democracy e apareceu também com vários de seus clássicos para levantar a platéia. Uma escolha ousada de uma banda que sabe a responsabilidade que carrega, diferente da palhaçada que aconteceu no Rock in Rio 2, onde a banda veio com uma formação aleatória e desconhecida, dessa vez o Guns mostrou unidade no palco, provavelmente o ingrediente essencial que fez desse um ótimo show.

Guns em SP

Sobre o som não houve segredo, começando com Sebastian Bach (Ex Skid Row) que puxou muito o saco do Brasil e mostrou muita voz, tocou clássicos para um público que também é seu, e delirou vendo um dos maiores artistas de palco da história do Hair Metal. E para completar entrou Axl Rose, que diferente do que foi falado NÃO possuí a mesma voz, mas sobra no palco com uma voz potente, treinada e muita experiência.

Sobre a garrafa jogada? Só mais uma palhaçada do público brasileiro, que constantemente falta com respeito e atenção aos artistas gringos que cada dia interagem menos com a platéia brasileira.

Na data lá em cima coloquei 13/03 mas com a entrada depois da meia noite seria correto trocar a data desse show, a organização sofreu, porém conseguiu trazer uma grande banda ao palco, não o Guns dos anos 80, mas sim uma banda muito mais madura e que hoje entra para tocar como um medalhão do rock, não mais uma sensação dos anos 80.

E nos vemos aqui, no ViShows!

SET LIST DO SHOW DE SAMPA

  • Chinese Democracy
  • Welcome To The Jungle
  • It’s So Easy
  • Mr. Brownstone
  • Sorry
  • Better
  • Richard Fortus Solo
  • Live And Let Die (Paul McCartney)
  • If the World
  • Rocket Queen
  • Dizzy Reed – Piano Solo
  • Street Of Dreams
  • Instrumental Jam
  • I.R.S.
  • DJ Ashba – Solo
  • Sweet Child O’ Mine
  • You Could Be Mine
  • Axl Rose – Piano Solo e trechos de Another Brick in the wall
  • November Rain
  • Bumblefoot – Solo
  • Knockin’ On Heaven’s Door (Bob Dylan)
  • Nightrain
  • BIS
  • Madagascar
  • Shackler’s Revenge
  • This I Love
  • Patience
  • Paradise City

Fellini está vivo e toca em Sampa e Curitiba (jul/09)

A super banda alternativa dos anos 80, Fellini – fundada por Cadão Volpato e Thomas Pappon , aparece nesse inverno em Sampa no Studio SP no dia 22 de julho e como uma das grandes atrações do Rock de Inverno 7 – no Sabadão 25 de julho em Curitiba.

Fellini

Fellini

A banda pode ser considerada a pedra fundamental do pós-punk nacional, e gravou os seguintes álbuns : O Adeus de Fellini (1985) /Fellini só vive 2 vezes (1986) /3 Lugares diferentes (1987) /Amor Louco (1989) /Amanhã é tarde (2002)

Além de terem participado em inúmeras coletâneas no Brasil e na Europa. Prá entrar no clima… seguem os caras ao-vivo em 2006 no SESC VILA MARIANA !!

Podcast Vishows – Emissão 06 – A nova onda dos 80

Emissão 06 – A nova onda dos 80

Uma homenagem aos sons da minha pré adolescencia, sons que numa era sem Web e sem TV a Cabo, tinham que ser garimpados nas lojas, rádios, festas e baladas da época.

Muita coisa fez sucesso e hoje em dia sumiu, outros entraram no mundo das festas Trash para a eternidade.

Como nesse fim de semana, vou ver o show que eu mais queria ver, em 1986 no Rock in Rio Original, – The B-52´s –  faço um mini especial da banda prá animar a baladinha.

Aproveito a nova/velha onda para vasculhar outros sons da mesma época que marcaram época.

Começando o programa com os americanos do DEVO e a canção “Time out for fun”.

Para o primeiro bloco só The B-52´s, e 3 sons muito instigantes “Give me back my man”(1980),  “Whammy Kiss”  ao vivo em 1983 e “Dance this mess around” bem do final dos anos 70.

O segundo bloco é voltado ao Europop, com o austríaco Falco, cridor de vários hits na época, unindo RAP e Música Eletrônica, e a sonzeira de “Der Kommissar”  de  1982,  ainda no idioma teutônico temos Peter Schilling com “Major Tom” secesso em alemão e inglês em 1983 e da inglaterra a banda de Jimmy SommervilleBronski Beat com a grande canção “Smalltown Boy” de 1984.

O terceiro e último bloco inicia com o DUO – Yazoo ou Yaz para os americanos e seu cabaret-pop com “Dont´t Go” , seguido de Eddie Grant e o balanço de “Electric Avenue” direto de 1983. Fechando o Emissão 06 –  Tom tom club e a mega pop “Genius of love” de 1981.

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